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Uruará lidera o ranking de focos de incêndio no Brasil

O levantamento do INPE também aponta outros sete municípios paraenses entre os dez primeiros colocados

Suene Souza
Por: Suene Souza
28/10/2026 às 13h17
Uruará lidera o ranking de focos de incêndio no Brasil
Foto: Reprodução

Uruará, no sudoeste do Pará, lidera o ranking nacional de focos de calor detectados por satélite. O levantamento do INPE também aponta outros sete municípios paraenses entre os dez primeiros colocados.

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O sudoeste e o oeste do Pará concentram municípios com números elevados de focos de calor. Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgados na segunda-feira, dia 26, mostram a presença de cidades paraenses nas primeiras posições do ranking nacional. O levantamento considera os registros detectados por satélite entre os dias 25 e 26 de outubro.

Uruará ocupa o primeiro lugar no ranking, com 164 focos de calor, que correspondem a 23,7% do total informado no levantamento. Santarém aparece na segunda posição, seguida por Aveiro, em terceiro, e Mojuí dos Campos, em quarto lugar.

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Outros quatro municípios paraenses também aparecem entre os dez primeiros colocados. Placas ocupa a sexta posição; Monte Alegre, a sétima; Prainha, a nona; e Rurópolis, a décima. A concentração de registros chama a atenção para os riscos das queimadas, que ameaçam a vegetação nativa e os animais silvestres.

Os impactos vão além dos danos ambientais. A fumaça compromete a qualidade do ar e pode agravar doenças respiratórias, principalmente entre crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde preexistentes.

Para evitar que o fogo se espalhe, a prevenção é fundamental. A população deve evitar a queima de lixo e o uso de fogo para limpar terrenos. O descarte inadequado de materiais inflamáveis, especialmente às margens das rodovias, também pode contribuir para o início de incêndios.

Durante os períodos de estiagem, a vegetação seca favorece a propagação das chamas e aumenta o risco de incêndios de grandes proporções. Por isso, a orientação é evitar práticas que possam provocar fogo e comunicar os órgãos responsáveis ao identificar focos de incêndio.

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