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Pará Polícia

Menina de 10 anos é estuprada e vídeo do abuso circula pelas redes sociais

Polícia abriu um inquérito para investigar o caso. O criminoso ainda não foi identificado.

19/02/2021 16h25 Atualizada há 11 meses
Por: confirmanoticia Fonte: G1 e Correio de Carajás
Local onde ocorreu o crime (Foto: PC/PA)
Local onde ocorreu o crime (Foto: PC/PA)

A Polícia Civil investiga o caso de homem que estuprou uma menina de 10 anos de idade em uma construção abandonada em Marabá, no sudeste do Pará.

O estupro de vulnerável ocorreu à luz do dia na quarta-feira (17), no Núcleo Cidade Nova, e foi flagrado por um vídeo feito por celular. O criminoso fugiu.

As imagens começaram a circular em grupos de WhatsApp desde quinta, segundo a Polícia. Um inquérito foi instaurado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca).

“Um Inquérito Policial foi instaurado para apurar os possíveis crimes contra a menor, inclusive, suposto estupro de vulnerável. O Conselho Tutelar, bem como demais integrantes da Rede de Proteção à Criança de Marabá, está acompanhando o caso”, disse a delegada, Eliene Carla de Lima, por telefone ao portal Correio de Carajás”. 

Segundo nota da Polícia, diligências estão sendo feitas pela equipe da Deaca para prender o suspeito de ter cometido o crime. Até então, ele ainda não foi identificado e preso.

A família da vítima, o Conselho Tutelar e integrantes da Rede de Proteção à Criança de Marabá estão acompanhando o caso. A criança está recebendo atendimento psicológico.

O crime de estupro de vulnerável é previsto pelo Código Penal, constituindo-se como conduta de “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”. A pena é de reclusão de 8 a 15 anos.

Conselho Tutelar

Também ouvida pelo Grupo CORREIO, Andreza Lobato, conselheira tutelar do Núcleo Cidade Nova, disse que a instituição tomou ciência do ocorrido pelo telefone do sobreaviso, informando a situação que ocorreu com a criança, depois os conselheiros tiveram acesso ao vídeo.

O primeiro passo, segundo Andreza Lobato, foi informar à DEACA e iniciar todo o acompanhamento junto aos órgãos de proteção, como o Conselho de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS), que levou a família da vítima até a escuta especializada, na sede da própria delegacia.

Andreza explica que enquanto a autoridade policial atua em relação à situação penal, o conselho vai zelar pela garantia desse direito, assim como da assistência psicológica, porque a criança sofreu um trauma.

Por outro lado, a conselheira orienta às pessoas que gravarem algum tipo de vídeo como este, que o levem para a autoridade policial competente ao invés de veicular em grupos de WhatsApp, porque a criança foi exposta, inclusive com exibição de suas partes íntimas. “Isso, muitas vezes, pode atrapalhar até a própria busca da polícia ao suposto violador”, explica Andreza

Sobre este assunto, a delegada Eliene Carla confirmou que quem divulgou o vídeo nas redes sociais pode sofrer sanções penais.

 

 

 

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