Crimes de estupro tem redução em Altamira

No último dia 18 de setembro um homem foi preso em Altamira acusado de violentar uma menina, a vitima, neta da própria companheira. De acordo com a polícia os abusos aconteciam desde os seis anos de idade.

Esse é um dos casos registrados em Altamira, de estupro contra crianças e adolescentes. Somente esse ano, pelo menos 50 denúncias foram feitas entre janeiro e setembro, o que apesar de ser um número triste, representa uma redução se comparado com dados de 2019 onde foram registrados 120 casos.

um baixo índice que também atingiu o estado do Pará, uma redução de 22%, que segundo a Secretaria de Inteligência e Análise Criminal é o resultado das estratégias de enfrentamento realizadas.

A delegada alerta ainda que é necessário ficar atento aos sinais que as vítimas dão quando estão sofrendo abuso, na maioria dos casos o acusado geralmente é uma pessoa próxima da vítima.

Hoje o Pará Paz Integrado é o principal serviço público estadual, especializado no atendimento das vitimas para a redução dos danos físicos e psíquicos causados pela violência sofrida.

Rodovias são desbloqueadas pelos manifestantes

As BR-230 e 163, no perímetro do distrito Campo Verde, em Itaituba, sudoeste do Pará, já estão liberadas para a passagem de veículos. Os garimpeiros e um grupo de indígenas liberaram as rodovias temporariamente colocando um fim no protesto que durou seis dias.

As negociações entre os manifestantes começou através de conversas com senadores paraenses que intermediam a pauta dos garimpeiros e indígenas.

ficou acertado que uma comissão será montada unindo os manifestantes que vão ser atendidos por deputados e senadores em Brasília. Na reunião será analisada a pauta de reivindicações. Mas o grupo já adiantou que caso não tenham propostas atendidas, voltarão a fechar a rodovia.

Os manifestantes exigem o fim das operações da Polícia Federal na tentativa de combater a atividade de garimpo dentro das terras indígenas. Esse pedido é contrário ao que a liderança munduruku divulgou em carta, solicitando que sejam mantidas as fiscalizações.

Idosa ganha cadeira de rodas em campanha solidária

Dona Luzia precisa ir semanalmente ao Hospital Regional Público da Transamazônica para as suas sessões de hemodiálise. Mas desde que sofreu um acidente doméstico, há cinco anos, a locomoção tem sido mais difícil.

Com 62 anos e mesmo já realizado cirurgias ortopédicas para corrigir as fraturas que sofreu na perna, a osteoporose não tem ajudado. A doença, que enfraquece os ossos devido a redução acentuada da absorção de minerais pelo esqueleto, impossibilita as chances do implante de uma prótese bem sucedida.

Com isso, como não consegue andar, Dona Luzia passa a maior parte do tempo deitada ou sentada com a perna apoiada. Quando precisa se movimentar, necessita da ajuda e apoio de outras pessoas, geralmente o próprio marido.

Acompanhando as dificuldades da paciente, profissionais de saúde do Hospital Regional Público da Transamazônica acabaram se sensibilizando com a história e promovendo uma campanha de solidariedade.

A unidade, localizada em Altamira, e mantida pelo Governo do Pará, é gerenciada pela Pró-Saúde. O hospital é referência na região do Xingu para diferentes tipos de especialidade.

“Vou voltar a ver o pôr do sol”

Os profissionais de saúde, com o apoio dos familiares da Dona Luzia, conseguiram arrecadar durante a campanha os recursos necessários para a compra de uma cadeira de rodas. Cerca de 30 profissionais participaram da ação de solidariedade.

Na manhã desta quinta-feira, 8/10, o que parecia ser mais um dia normal de hemodiálise para a paciente, se tornou uma comemoração cheia de sorrisos e emoção.

Para Karoline Barbosa, técnica de Enfermagem do Hospital Regional Público da Transamazônica, e principal organizadora da ação, o intuito foi o de ajudar uma paciente.

“A ideia de ajudar na compra da cadeira de rodas foi rapidamente incorporada pela equipe multiprofissional. Nós só queríamos ajudar e com a contribuição de todos juntamos o valor necessário”, diz.

A entrega da cadeira de rodas aconteceu junto com a família, o que garantiu mais emoção ao momento. Dona Luiza chegou a chorar, mas de alegria.

“Só tenho a agradecer, foi uma grande surpresa. Agora vou poder realizar o sonho de sentar novamente ao lado do meu marido, na frente da nossa casa e assistir o pôr do sol”, celebrou.

Com o marido ao lado, Dona Luzia agradeceu novamente o gesto dos profissionais. Paulo Rodrigues, companheiro da paciente, se despediu de todos os profissionais com uma mensagem de carinho.

“Desejo que Deus multiplique na vida de vocês os que vocês fizeram por nós”, agradeceu.

(Assessoria)

Urgente: dono de construtora acusado de dar golpe em Altamira é preso

O dono da construtora Bruna Galéia, Genivaldo Abreu de Oliveria, foi preso nesta sexta-feira (9) no Ceará. O empresário é suspeito de enganar cerca de 50 pessoas em Altamira em um golpe da casa própria. O acusado foi embora da cidade em fevereiro e depois usou as redes sociais para negar as acusações.

Segundo a Polícia Civil de Altamira, ele foi preso no município de Ubajara, em uma ação conjunta da PC do Pará com a polícia do Ceará.

A construtora Bruna Galéia tinha mais de 200 contratos ativos em Altamira e na região e dezenas de pessoas procuraram a delegacia, alegando alguma perda com o fechamento da empresa.

Investimentos feitos em diferentes bairros. A promessa, de acordo com as vítimas, seria tanto para construção quanto para reformas. Os contratos eram feitos no escritório, localizado no centro de Altamira. Com a saída repentina do empresário da cidade, clientes registram perdas de 7, 10, 15, e até 50 mil reais com os contratos que nunca saíram do papel.

Desde o dia 13 de fevereiro ninguém sabe o paradeiro do empresário que deixou a cidade durante a madrugada, levando documentos e computadores de dentro da construtora. Vendedores e clientes aguardam uma resposta.

O mesmo chegou a usar as redes sociais diversas vezes para atacar a Vale do Xingu por divulgar os fatos, devidamente apurados e informados pela Polícia Civil.

Genivaldo chegou a ser processado por estelionato em Ananindeua, região metropolitana de Belém, mas ele afirma que o caso foi encerrado após ele fechar um acordo com os clientes que o denunciaram.

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Adepará orienta produtores rurais sobre mudança de jurisdição de propriedades

Esclarecer eventuais dúvidas referentes à mudança de jurisdição das propriedades rurais, para que o processo ocorra da melhor forma possível e sem prejuízo à produção rural do Mato Grosso, é o objetivo da série de reuniões conduzidas, atualmente, pelo diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Jamir Macedo, junto a proprietários rurais, sindicalistas e representantes do Ministério da Agricultura, da Federação de Agricultura de Mato Grosso e do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea).

Nesta quinta-feira (8) as reuniões ocorrem nas cidades matogrossenses de Guarantã do Norte e Alta Floresta. Antes, Jamir Macedo conversou com produtores de Vila Rica, também de Mato Grosso.

As reuniões são necessárias porque a partir do dia 1º de março de 2021, todas as propriedades rurais localizadas na zona do marco geográfico conhecido como Salto das Sete Quedas deverão estar cadastradas na Adepará.

A decisão sobre a mudança de jurisdição das propriedades rurais é do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada em maio deste ano em sessão virtural, e que pôs fim a uma disputa após 16 anos de uma ação do Mato Grosso, que queria que a área fosse reconhecida como parte do seu território.

Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal julgou improcedente ação cível originária ajuizada pelo Estado de Mato Grosso com o objetivo de ver reconhecida, como parte do seu território, extensão de terra incorporada ao Pará em 1922.

Diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, frisa que os encontros são importantes para que a alteração jurisdicional do registro das terras ocorra da melhor forma possível e sem problemas de comercialização, por exemplo, para os produtores rurais.

“Por esta razão estamos dando prazo dilatado para transição da base de dados e da inscrição estadual para que eles possam emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) com tranquilidade”, destacou o titular da Adepará, adiretor-geral.

A mudança envolve mais de 300 propriedades rurais, em sua maioria produtoras de gado e de soja. “Calculamos um número superior a 300 propriedades e um rebanho superior a 350 mil cabeças que estão na zona litígio”, enfatizou Jamir Macedo.

O titular da Agência de Defesa Agropecuária do Pará informou ainda que a vacinação contra a febre aftosa prevista para ocorrer no mês de novembro ainda ficará sob responsabilidade do Indea, na região. Porém, a partir de 1° de março de 2021 todas as propriedades já deverão estar cadastradas na Adepará. O processo também é acompanhado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa).

Mais sobre a decisão do STF

O marco geográfico conhecido como Salto das Sete Quedas é uma área de 22 mil km², equivalente ao tamanho do estado de Sergipe. Em maio de 2020, o plenário virtual do STF, por unanimidade, decidiu a favor do Pará revogando liminar que foi implementada em 2004 suspendendo a regularização de terras situadas na faixa territorial ainda não demarcada entre os Estados.

O plenário acompanhou o voto do relator, ministro Marco Aurélio, para quem a prova reunida no processo (sobretudo perícia) atesta que teria ocorrido apenas a alteração de nomenclatura do marco geográfico utilizado como referência para a definição dos limites entre os Estados.

A disputa judicial teve início em 2004 sob a alegação de que a demarcação feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estaria equivocada.

(Agência Pará)

Caixa paga auxílio emergencial para nascidos em abril

A Caixa Econômica Federal paga hoje (9) o auxílio emergencial para 3,6 milhões de brasileiros nascidos em abril. Serão liberados R$ 1,6 bilhão para beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família, no ciclo 3 de pagamentos do programa.

Do total, 1,4 milhão receberão R$ 900 milhões referentes as parcelas do auxílio emergencial. Os demais, 2,2 milhões, serão contemplados com a primeira parcela do auxílio emergencial extensão, em um montante de R$ 700 milhões.

Os recursos estarão disponíveis para movimentação na poupança social digital e poderão ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período, de acordo com o mês de nascimento. Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta sexta-feira serão liberados a partir do dia 21 de novembro.

O benefício criado em abril pelo governo federal foi estendido até 31 de dezembro, por meio da Medida Provisória (MP) nº 1000. O auxílio emergencial extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300,00 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600,00.

De acordo com a Caixa, não há necessidade de novo requerimento para receber a extensão do auxílio. Somente aqueles que já foram beneficiados e, a partir de agora, se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP, terão direito a continuar recebendo o benefício. A parcela extra inicial será para os beneficiários que receberam a primeira parcela do auxílio emergencial em abril.

Governo divulga calendário de pagamento do auxílio de R$ 300

Pesquisa traça perfil de “invisíveis” do auxílio emergencial

O dinheiro do auxílio emergencial que Lucinéia da Silva recebe desde maio está ajudando muito nas despesas das cinco pessoas da família. Essa grana auxilia na compra de itens como comida e até remédios. Mas a cabeça de Lucinéia dói quando lembra do fim dos pagamentos em dezembro.

Já a partir de janeiro, Lucinéia e outros 38 milhões de brasileiros podem ficar sem ajuda do governo. É porque eles não estão inscritos no Cadastro Único do governo federal. E esse é pré-requisito atual para receber o Bolsa Família.

Essa é a previsão é de um relatório da Fundação Getúlio Vargas. Os pesquisadores analisaram dados sobre trabalhadores que receberam a ajuda do governo, que constam na PNAD Covid-19, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Além de concluir que milhões de pessoas poderão ficar desamparadas com o fim do auxílio, esse relatório também traçou um perfil dos beneficiários, como explica o coordenador de microfinanças da FGV, Luiz Gonzalez.

Mulheres como Lucinéia foram as que mais aumentaram a renda com o auxílio emergencial. Esse índice de crescimento chega a 52%. No caso dela, antes do auxílio, a renda fazendo bicos era de R$ 1.094 por mês, e depois pulou para R$ 1,7 mil.

Já para os homens, o aumento de ganhos foi de 37%, comparado ao que conseguiam antes da pandemia.

(Agência Brasil)

Casos de pedras nos rins aumentam no verão

Ana Carolina conta que tudo começou com uma sensação de queimação na lombar. Recentemente a operadora de caixa de 23 anos, teve um baita susto. Após dois meses de incômodo as dores nos rins se intensificaram. Por isso precisou de ajuda médica, onde teve o diagnóstico que não imaginava. “Descobri que estava com pedras nos rins e infecção urunária”, conta.

Ana reconhece que devido a correria ficava muito tempo sem ir ao banheiro ou sem ingerir a quantidade necessária de água.

A jovem ainda deve voltar ao especialista outra vez. As crises são imprevisíveis e debilitantes. Chegou a ficar de cama, por isso os cuidados agora são redobrados.

As crises renais podem acontecer com qualquer pessoa, mas algumas têm predisposição para o problema. Isso acontece porque transpiramos mais e os rins tem mais dificuldade de trabalhar. A redução do sal e uma dieta adequada ajudam no tratamento de cálculos renais que podem ser eliminados com medicação e em casos mais avançados, somente com cirurgia.

Segundo os especialistas embora bebamos água, expelimos líquido no suor e urina, por isso a hidratação deve ser maior no verão. “É preciso procurar médico de forma regular para poder diagnosticar precocemente”, explica o médico urologista Emerson Medeiros.