Hospital de Campanha de Altamira é invadido e furtado

O furto no Hospital de Campanha de Altamira foi registrado por volta das 2h da manhã desta quinta-feira (03). Uma guarnição da Polícia Militar esteve no local para fazer a vistoria e, em seguida, os colaboradores que tiveram seus objetos furtados foram ouvidos.

De acordo com as vítimas do furto, foram levados dois aparelhos celulares, um cordão e um par de brincos de ouro, além de aproximadamente R$ 260 em espécie. Os objetos e a quantia em dinheiro foram furtados de dentro de uma sala que fica nas dependências internas do Hospital. O prédio não possui câmeras de segurança.

Uma das vítimas foi até a Delegacia de Polícia Civil para registro do boletim de ocorrência. Até o momento do envio desta nota, não obtivemos informações repassadas pela polícia em relação a suspeitos. A Direção da Unidade lamenta o ocorrido e está em contato com as autoridades competentes.

(Ascom)

Ponte que desabou em Vitória do Xingu é reformada

A ponte sobre o rio Tucuruí, em Vitória do Xingu, foi reformada após a estrutura ter desabado. O trânsito no local já está normalizado, depois de ter ficado sete dias parado.

A ponte de madeira foi construída há mais de 30 anos. A estrutura possui 90 metros de cumprimento. O trânsito havia sido interrompido no dia 17 de agosto após a ponte desabar durante a passagem de um caminhão carregado de madeira, a trafegabilidade do ramal foi normalizada ainda na última semana.

Confira a reportagem completa.

Família de cabeleireiro pede ajuda para tratamento

Fabio Aries da Silva, de 37 anos, passou por uma cirurgia e perdeu todos movimentos do corpo. Fabinho, como é conhecido pelos amigos, era cabeleireiro. Uma pessoa alegre e muito vaidosa, mas tudo mudou quando ele precisou passar por um procedimento cirúrgico depois que descobriu um coágulo no cérebro. Desde então, Fabinho não anda, não abre os olhos e não fala. Há 6 meses ele está acamado e contando com a ajuda de amigos e familiares.

Fabinho, que é bastante conhecido na cidade, se tratava de um câncer de intestino. Após uma queda ele passou por uma cirurgia na cabeça e ficou internado por três meses.

De acordo com a família, Fábio não pode abandonar o tratamento contra o câncer e por isso precisa de produtos hospitalares como fraldas descartáveis, gases, algodão, luvas, pomadas, soro e medicamentos.

A mãe e o irmão têm se dedicado integralmente aos cuidados de Fabinho, que também tem contado com a ajuda de amigos que não desgrudam dele um só minuto e se mobilizaram nas redes sociais em busca de apoio.

Quem quiser ajudar pode fazer doações e ligar para 93 99151-5428.

 

Adepará fortalece a cadeia produtiva do açaí; fruto já estudado no combate ao novo coronavírus

O açaí, fruto que tem lugar cativo em boa parte das mesas paraenses, torna-se cada vez mais a fruta dos olhos de cientistas de vários países. Agora, é a vez de o Canadá testar as propriedades do fruto no combate ao novo coronavírus, causador da Covid-19. Mas antes de atravessar fronteiras, o açaí passa pela análise técnica dos programas de educação, detecção e fiscalização desenvolvidos pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará).

Michael Farkouh, pesquisador da Universidade de Toronto, e a pesquisadora Ana Andreazza, que há cinco anos examina o efeito do açaí sobre a resposta inflamatória, iniciaram testes da eficácia do fruto contra a Covid-19. No total, 580 pacientes com resultado positivo para o novo coronavírus, no Canadá e no Brasil, participam do estudo, que deve ter resultados revelados no final deste ano.
As informações sobre a pesquisa foram originalmente publicadas pela Agence France-Presse (AFP), agência de notícias francesa considerada uma das mais prestigiadas no planeta, e ganharam os noticiários nacionais nesta semana. Porém, para que a fruta típica do Pará ultrapasse todos os tipos de fronteiras é preciso, primeiro, garantir sua sanidade e qualidade na produção. Essa é uma das missões da Adepará.

O trabalho desenvolvido pela Agência de Defesa Agropecuária do Pará tem dois objetivos: garantir o fortalecimento da cadeia produtiva do açaí, com ênfase no desenvolvimento sustentável e competitivo, e contribuir para a manutenção da saúde pública, afirma a fiscal estadual agropecuária Joselena Tavares, da unidade de Guia de Trânsito Vegetal (GTV). Segundo ela, o principal instrumento para o êxito dessa missão é o cadastro do produtor rural.

Benefícios

“O cadastro na Adepará traz benefícios para o agricultor e para o consumidor. Ganha o produtor, que passa a ter um produto certificado e com maiores possibilidades de crescimento comercial, e ganha o consumidor, que passa a ter mais segurança na hora da compra. Por exemplo, a partir do registro é possível, em uma ocorrência de doença de Chagas, percorrer o caminho inverso ao do açaí e determinar a origem do fruto contaminado”, explica Joselena Tavares.

A cerificação do produto na Adepará também traz outras garantias para produtor e consumidor. “O registro garante que aquele açaí não foi produzido usando mão de obra escrava ou infantil, que não foram usados defensivos agrícolas e que não houve desmatamento para a sua produção”, informa a fiscal agropecuária.

Trânsito

A rastreabilidade de um produto só é possível a partir do controle de trânsito. No caso de vegetais, produtos e subprodutos de importância econômica para o Estado, como o açaí, o procedimento é essencial, uma vez que o trânsito de vegetais é um dos grandes responsáveis pela introdução de pragas e contaminantes em uma região.
Ela permite, na cadeia logística, acompanhar o processo de produção, armazenamento e distribuição do alimento até que chegue às mãos de quem vai consumir, garantindo mais segurança para o consumidor e o comerciante, na hora de ofertar o produto e expor informações sobre sua origem.

No Pará, esse rastreamento é feito com a emissão da GTV, que pode ser emitida pelo produtor rural previamente cadastrado na Adepará, ou seu representante legal autorizado, conforme a Portaria nº 380/2012, de 8 de fevereiro de 2012. Na cultura do açaí, a rastreabilidade foi estabelecida pela Instrução Normativa Conjunta (INC) nº 02, de 7 de fevereiro de 2018, da Agência Nacional de Vigilância de Saúde (Anvisa) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“A GTV do açaí é um documento de rastreabilidade que atestará sua origem, a manutenção da cultura, a colheita, o armazenamento, o transporte e o destino do produto. O cadastramento de produtores e extrativistas, na Adepará, é o primeiro passo para a emissão da GTV. A partir do cadastro, teremos dados sólidos para traçarmos trabalhos voltados para o incremento da cadeia produtiva, contribuindo para o planejamento de políticas públicas voltadas para o setor”, detalha Lucionila Pimentel, diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará.

Todos que fazem parte da cadeia produtiva do açaí – produtor, independentemente do tamanho de sua unidade produtiva, agroindústria e Responsável Técnico (RT) – devem se cadastrar na Adepará de seu município ou pelo site (adepara.pa.gov.br). O cadastro é gratuito.

Produção

Além de fiscalizar a produção e transporte do açaí, a Adepará fornece instruções técnicas e higiênicas para a implementação ou adequação dos pontos de produção da polpa do fruto. No Pará, há 43 unidades artesanais de fabricação de polpa de açaí com autorização exclusiva para comércio local. Cada uma delas produz, em média, 26 toneladas de polpa por ano.

Estes números, porém, não representam a totalidade da produção de açaí paraense, já que grande parte do fruto produzido aqui é exportada para outros estados e países. De acordo com o levantamento mais recente, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há mais de uma década o Pará ostenta o título de maior produtor nacional de açaí, chegando a ser responsável por 95% da produção nacional no final da década de 1990.

Atualmente, a produção paraense corresponde a 66% da totalidade produzida no Brasil. O Estado do Amazonas, segundo colocado no ranking nacional, produz 21% do açaí comercializado. O restante da produção é dividido entre os estados do Maranhão, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins. Em toneladas, a quantidade anual de açaí produzida no Pará se aproxima de 150 mil.

Produção que, segundo o gerente de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Adepará, Hamilton Altamiro, possui grande potencial de crescimento, mas que luta contra a ameaça da clandestinidade. “A produção clandestina é o maior entrave para o crescimento do setor extrativista e um grande risco para a saúde pública. O consumidor precisa estar atento na hora de consumir o açaí, sendo ele batido na hora ou processado como polpa”, alerta o gerente.

(Agência Pará)

Mãe pede ajuda para conseguir leito para o filho

Há seis dias um paciente de Uruará aguarda por um leito no regional. Ele sofreu um acidente de trânsito, e tem fraturas no braço e em uma das pernas.

A mãe do menino usou as redes sociais para desabafar. O filho passou por uma avaliação médica no Hospital Regional Público da Transamazônica na quarta-feira (02),  mas acabou liberado e precisou retornar para Uruará.

Por causa do acidente, que aconteceu no dia 28 de agosto, no quilômetro 190 norte, o menino acabou com uma fratura no cotovelo e no tornozelo. Ele estava na companhia do pai quando se envolveram em um acidente.

Kaik Brandão, de 13 anos, bateu a cabeça ao cair no chão e perdeu vários dentes. A situação causou desespero na mãe que tem utilizado as redes sociais na tentativa de conseguir a transferência do menino para um hospital especializado.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que “o paciente Kayk Brandão dos Santos já se encontra com leito reservado no Hospital Regional Público da Transamazônica.”

Veja a reportagem completa.

 

Campanha para limpar nome por R$ 100 vai até 8 de setembro

O Serasa Experian vai prorrogar a campanha Serasa Limpa Nome, que tem como objetivo quitar dívidas de consumidores por R$ 100. A ação teve início no mês de julho, com encerramento previsto inicialmente para esta segunda-feira, 31. Com a prorrogação, a campanha irá terminar em 08 de setembro.

Segundo o diretor do Serasa Limpa Nome, Lucas Lopes, a iniciativa vem beneficiando muita gente, e por isso, o órgão optou por estender o prazo para que mais pessoas pudessem aproveitar as condições facilitadas. A campanha visa auxiliar pessoas que tiveram dificuldades para receber benefícios durante a pandemia.

Com a campanha, o Serasa já conseguiu quitar mais de 2,5 milhões de dívidas. No total, a ação tem potencial para o pagamento de até 21,5 milhões de débitos. A ação garante o pagamento de contas atrasadas e dívidas negativadas, de forma confiável e segura, com parcelas e condições especiais

 

A oferta é válida para dívidas cujo valor original varia entre R$ 200 e R$ 1.000, conforme as regras estabelecidas pela empresa credora. Desta forma, o desconto pode chegar a 98%.

 

  • Banco do Brasil
  • Digio
  • Itaú
  • PagBank
  • Santander
  • Claro
  • Nextel
  • Oi
  • Vivo
  • Sky
  • Casas Bahia
  • Havan
  • Novo Mundo
  • Pernambucanas
  • Ponto Frio
  • Riachuelo
  • Avon
  • Anhanguera
  • Faculdade Pitágoras
  • Uniderp
  • Unopar
  • Crefisa

Como funciona o Serasa Limpa Nome?

Todo o processo de negociação das dívidas na campanha do Serasa é realizado pela internet, sem a necessidade de fazer a solicitação presencialmente. Confira o passo a passo a seguir:

  1. Acesse o site do Serasa Limpa Nome;
  2. Informe seu CPF. Na página, você poderá conferir todas as suas informações financeiras e dívidas em seu nome;
  3. Verifique a oferta disponível para quitar sua dívida. Escolha a opção mais adequada às suas necessidades e conclua o acordo. A negociação é rápida e funcional, e é concluída em menos de 3 minutos;
  4. Por fim, gere o boleto e realize o pagamento da dívida.

A opção de negociação da dívida também pode ser acessada pelo aplicativo do Serasa, disponível para os sistemas operacionais Android e iOS. Outra possibilidade é regularizar os débitos diretamente pelo WhatsApp. Neste caso, basta entrar em contato com o número (11) 988-7025.

O nome do devedor vai ficar limpo em até cinco dias úteis após o pagamento. Se a restrição no CPF persistir após esse prazo, é necessário entrar em contato direto com a empresa que você negociou.

(https://editalconcursosbrasil.com.br/)

Renda Brasil: como fica o Bolsa Família após o auxílio emergencial

A chegada do novo programa social do governo federal, que pretende unificar o pagamento de benefícios no país, o Renda Brasil, vem levantando muitas dúvidas. Apesar da falta de respostas, por parte do governo, uma coisa está certa: o Bolsa Família vai deixar de existir e os seus beneficiários vão migrar para o novo programa.

Sua criação foi reforçada no pronunciamento de prorrogação do auxílio emergencial, nesta terça-feira (1º). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teve encontro marcado, na parte da manhã, no Palácio da Alvorada, com líderes da base do governo no Congresso Nacional. Após a reunião, informou que o benefício emergencial terá mais quatro parcelas, cada uma, de R$ 300.

Vale lembrar que ainda há um grande impasse entre a equipe econômica do governo e o presidente sobre de onde vai sair o dinheiro para colocar o Renda Brasil de pé.

O governo federal terminou no mês de agosto o pagamento da quinta parcela do auxílio, para quem começou a receber em abril e vai manter os pagamentos até dezembro, com mais quatro parcelas, de R$ 300.

Após o fim do auxílio, a ideia é que uma parte desses beneficiários seja atendida pelo Renda Brasil,  substituindo e ampliando o atual Bolsa Família.

Nesta segunda-feira (31), o governo federal enviou ao Congresso a Proposta da Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2021. Não tendo perspectivas para concluir a elaboração do programa ou um cronograma para ele ser analisado pelo Congresso, a decisão da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, foi de não incluir o programa Renda Brasil na previsão de recursos para o próximo ano.

Apesar de acabar com o Bolsa Família já estar nos planos do governo para o próximo ano, a proposta de orçamento para 2021 manteve o programa e ampliou os recursos destinados a ele em 16%. Para 2020, a previsão foi de R$ 32,5 bilhões, já para 2021, será de R$ 34,8 bilhões. Além disso, ampliou o número de famílias beneficiadas de 13,2 milhões para 15,2 milhões.

15,2 MILHÕES FAMÍLIAS RECEBERÃO BOLSA FAMÍLIA EM 2021

De acordo com reportagem do jornal Folha de São Paulo, o Renda Brasil pode ter um custo anual R$ 52 bilhões. Para conseguir chegar ao valor necessário, Guedes queria propor a extinção de assistências consideradas por ele ineficientes, como abono salarial, seguro-defeso (pago a pescadores) e Farmácia Popular. Porém, o presidente discorda sobre esses cortes, limitando assim a fonte do recurso e atrasando a discussão.

R$ 52 BILHÕES – CUSTO ANUAL DO RENDA BRASIL

Mesmo com a proposta orçamentária não contemplando esses gastos com o programa Renda Brasil, essa previsão de custos poderá ser incluída pelo Legislativo durante as discussões no Congresso. Normalmente, a PLOA é aprovada nas últimas sessões, em dezembro.

TIRA-DÚVIDAS

O que é o Renda Brasil?

O Renda Brasil é o novo programa do governo federal que busca unificar o Bolsa Família com outros benefícios concedidos pela União, como o auxílio emergencial. Com isso, o objetivo é criar uma marca social para a gestão Bolsonaro. O programa deve ser embutido na PEC do Pacto Federativo, que será relatada pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC).

Como vai funcionar o Renda Brasil?

De acordo com um documento do Ministério da Cidadania obtido pelo jornal Estadão, o Renda Brasil seria dividido em quatro eixos: primeira infância, renda cidadã, prêmios por méritos e emancipação cidadã.

O eixo da emancipação cidadã contemplaria a criação da Carteira Verde e Amarela Digital, que baratearia para as empresas o custo de contratação de pessoas com menores salários e com redução de encargos. Também contemplaria o regime de capitalização para a aposentadoria, em que que cada trabalhador tem uma poupança individual e não apenas contribui para um fundo comum (como ocorre hoje com o INSS) e haveria a criação do seguro-desemprego privado.

Já no eixo da primeira infância, seria criado um auxílio às famílias com crianças de 0 a 2 anos e o programa Criança Feliz, que apoiaria famílias com crianças de 0 a 6 anos.

No eixo da renda cidadã, haveria o pagamento de um benefício variável, o chamado benefício cidadania (como o Bolsa Família que tem um benefício para famílias em condição de extrema pobreza). O eixo ainda contemplaria condicionantes de educação (a partir de 6 anos, como incentivo à assiduidade escolar) e condicionantes de saúde (da gestação até os 7 anos) e um benefício à primeira infância.

Por último, no eixo prêmios por méritos, há a previsão do pagamento de um bônus por desempenho escolar ou bom desempenho em esportes, além de um incentivo à iniciação científica dos estudantes.

Quando o Renda Brasil começa a ser pago?

O presidente Jair Bolsonaro quer que o benefício comece a ser pago a partir de janeiro de 2021. Desse modo, com o fim do pagamento das parcelas do auxílio emergencial, parte da população de baixa renda não ficaria desamparada por muito tempo.

Quem tem direito ao Renda Brasil?

O novo programa social do governo federal deve atender, no país, a mais de 14 milhões de famílias cadastradas no Bolsa Família. E além delas, entre 6 milhões e 7 milhões de lares que recebem o auxílio emergencial. Atualmente, esse benefício atende a cerca de 60 milhões de pessoas no Brasil.

Como o cadastro será feito?

A forma de cadastro ainda não foi definida, mas o governo deverá utilizar informações do Cadastro Único (CadÚnico), além de dados apresentados pelos brasileiros que se inscreveram para receber o auxílio emergencial, para definir quem terá direito ao valor.

Qual será o valor pago?

Até o momento, a equipe econômica do governo federal ainda não bateu o martelo sobre qual será o valor do benefício pago pelo Renda Brasil. Porém, a informação inicial é de que a ajuda mensal seja entre R$ 250 e R$ 300 por família. Antes do auxílio emergencial, beneficiários do Bolsa Família recebiam cerca de R$ 190 por mês.

Diante dos impactos positivos à sua popularidade, em virtude do pagamento do auxílio emergencial, Bolsonaro exigiu da sua equipe econômica que o benefício seja superior a R$ 200.

O programa Bolsa Família vai acabar?

Nos moldes de hoje, sim, já que o Renda Brasil vai substituir o Bolsa Família. A partir do momento em que ele começar a operar, todos os benefícios serão pagos por meio dele.

O abono salarial vai acabar por causa do Renda Brasil?

De acordo com fontes ligadas ao presidente, Bolsonaro vetou a extinção do abono salarial como mecanismo para liberar os recursos necessários para que o Renda Brasil funcionasse.

Quais benefícios irão acabar com a chegada do Renda Brasil?

O ministro da Economia, Paulo Guedes, queria propor a extinção de assistências consideradas por ele ineficientes, como abono salarial, seguro-defeso (pago a pescadores) e Farmácia Popular.

Porém, o presidente discorda sobre o corte do abono salaria. Até o momento, está claro que apenas o Bolsa Família deixará de existir, mas, pelos planos do governo, os demais programas de assistência social devem convergir para o Renda Brasil.

(A Gazeta)