Carro cai de ponte e motorista morre na BR-230

Na manhã desta segunda-feira (10), uma caminhonete caiu de uma ponte da BR-230 próximo ao município de Uruará. Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas.

Eduardo Pereira de Souza, de 45 anos, era quem estava na direção. Outras duas pessoas estavam no veículo no momento do acidente, que foi registrado por volta das 9h da manhã em uma ponte na rodovia Transamazônica. O resgate dos ocupantes foi filmado por populares. As imagens impressionam (veja abaixo). O vídeo mostra várias pessoas tentando desvirar a caminhonete que caiu no rio com as rodas para cima.

A caminhonete ficou destruída, o motorista não resistiu e morreu no local. Os outros dois ocupantes, Francisco da Silva Filho, 30 anos e Raimundo Nonato Carneiro, 46 anos, foram socorridos e levados para o hospital de Uruará com escoriações e suspeitas de fraturas.

De acordo com testemunhas, o carro estaria trafegando pelo trecho em alta velocidade, quando acabou caindo da ponte no rio chamado Cachoeirinha, distante dois quilômetros do centro da cidade de Uruará.

O corpo do motorista foi retirado e removido pelo IML. Nesse período do verão amazônico, a poeira, as queimadas e as condições das estradas pedem atenção redobrada dos motoristas que precisam passar pela rodovia transamazônica.

Em nota o DNIT reiterou que no trecho em questão foi realizada atividade de manutenção (conservação/recuperação) visando atuação preventiva, garantindo a trafegabilidade de Medicilândia/PA à Rurópolis/PA. “Conforme informado anteriormente, em toda a extensão do seguimento há sinalização vertical, prática comum em obras rodoviária desta instituição.Ressaltamos que, de acordo com o artigo 61 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), a velocidade máxima permitida em trechos com revestimento primário (pavimentação terroso), é de 60 km/h.”

 

Vereador de Castanhal que atropelou e matou criança de seis anos está foragido

A Polícia Civil investiga o caso do atropelamento que resultou na morde de uma criança de seis anos, em Igarapé-Açu, nordeste do Pará, continua foragido. De acordo com testemunhas, o vereador de Castanhal Mirandinha era o condutor do carro que atingiu a criança e o pai, na vila do Curi, localidade que fica 115 quilômetros de Belém.

De acordo com testemunhas, o vereador Mirandinha apresentava sinais de embriaguez e não prestou socorro às vítimas. As vítimas chegaram a ser socorridas e levadas ao hospital, mas a criança acabou não resistindo aos ferimentos e morreu.

Em nota, a Câmara de Vereadores de Castanhal lamentou profundamente o acidente com o carro conduzido pelo vereador Mirandinha e se solidarizou com a família das vítimas. A presidência da Câmara informou que vai acompanhar o inquérito policial e tomará as medidas cabíveis conforme o regimento da casa.

(G1/PA)

Carro capota e vai parar fora da BR-230

Um motorista que passava pela BR-230 sentido Brasil Novo acabou perdendo o controle do veículo, capotou e foi parar fora da rodovia. O acidente aconteceu na manhã desta segunda-feira (10) e somente o motorista estava no carro.

A polícia não soube informar o que teria causado o acidente.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu, foi acionado pela Polícia Militar, e o motorista foi levado para o hospital municipal de Brasil Novo e segue internado em estado estável.

Motocicleta é furtada em frente à residência

O veículo foi furtado no final da tarde deste domingo (9). As vítimas perceberam o que havia acontecido quando foram pegar a moto para guardar na garagem e o veículo não estava mais no local. O furto foi registrado na rua Lucindo Câmara, no bairro Jardim Independente I, próximo a um supermercado.

Segundo a proprietária da moto, um Boletim de Ocorrência foi registrado e ela agora espera que a imagem do veículo circulando nas redes sociais ajude a encontrar a moto. “Nós já fomos na delegacia e também estamos procurando imagens do circuito de vigilância de imóveis vizinhos, pra ver se a gente consegue identificar quem levou a nossa moto”, declarou Patrícia Xavier.

A moto preta, placa OFM 6897 é o único meio de locomoção da proprietária, que usa o veículo para trabalhar. Se alguém tiver alguma informação, pode ligar para (93) 988119-0441 Pedro, ou (93) 98815-9053 Patrícia.

 

Homem é encontrado morto em igarapé em Brasil Novo

O corpo de Francisco de Assis da Silva, de 68 anos foi encontrado em um igarapé no último fim de semana, na vicinal da 13, cerca de 7 quilômetros de Brasil Novo. Foi a filha da vítima quem acionou a polícia.

A Polícia Civil esteve no local para registrar o ocorrido e acionou o IML de Altamira. No corpo de Francisco havia perfurações de cápsulas que podem ter sido de espingarda.

Familiares informaram à polícia que Francisco havia se desentendido com vizinhos por conta de uma demarcação de terra que está acontecendo na vicinal. Francisco teria saído para lavar roupa no igarapé quando foi morto.

 

 

Casa pega fogo e criança morre em Novo Repartimento; veja imagens do incêndio

Uma criança de dois anos de idade morreu durante incêndio em uma residência na cidade de Novo Repartimento, sudeste do Pará, na noite de sábado (8). Não há Corpo de Bombeiros no município.

Segundo informações preliminares da Polícia local, os pais da criança tinham saído para a igreja e a criança ficou sozinha. Moradores tentaram combater as chamas. Um carro-pipa foi acionado mas não houve tempo de salvar a criança.

O Corpo de Bombeiros informou que não foi chamado para atender a ocorrência e que o quartel mais próximo fica a 80km do município. Em nota a Polícia Civil informou que origem do fogo ainda está sendo apurada.

(G1/PA)

Sespa destaca avanços na política de saúde dos povos indígenas

No Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado neste domingo (9), a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) faz um balanço das principais ações de saúde desenvolvidas em benefício dessa população no Pará.

A data comemorativa foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 23 de dezembro de 1994, com o objetivo de conscientizar sobre a inclusão dos povos indígenas na sociedade, alertando, especialmente, sobre seus direitos, pois, muitas vezes, os indígenas são marginalizados ou excluídos da cidadania. Outra finalidade é garantir a preservação da cultura tradicional de cada um dos povos indígenas, como fonte primordial de sua identidade.

Com essa visão a Sespa, por meio da Coordenação Estadual de Saúde Indígena e Povos Tradicionais, ligada à Diretoria de Políticas de Atenção Integral à Saúde, vem atuando, em parceria com os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) vinculados à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), instituição responsável pela atenção à saúde da população indígena brasileira.

Segundo a coordenadora estadual de Saúde Indígenas e Populações Tradicionais, Tatiany Peralta, ao longo da atual gestão, a Sespa vem fortalecendo as ações de acompanhamento dos povos indígenas no território paraense, juntamente com o Conselho Estadual de Políticas Indigenistas (Consepi), que foi instituído neste governo, e a Federação dos Povos indígenas do Pará (Fepipa), resultando na criação de um grupo de trabalho para atuar nas políticas de saúde indígena.

Um dos trabalhos mais importantes foi a elaboração da portaria de fluxos prioritários de acesso à assistência de média e alta complexidade para a população indígena, com orientações sobre o encaminhamento dos pacientes indígenas aos serviços ambulatoriais e hospitalares de gestão estadual a partir das Casas de Saúde Indígenas (Casais), usando o Complexo Regulador Regional da Sespa (CRR/ Sespa).

Demandas 

Com a chegada da pandemia de Covid-19, o Plano de Ação Anual teve que ser adiado para organizar a nova demanda provocada pelo novo coronavírus. Devido a essa realidade, novas ações precisaram ser desenvolvidas seguindo as diretrizes do Plano Estadual de Contingência para Enfrentamento do Novo Coronavírus.

Conforme Tatiany Peralta, a Sespa vem acompanhando os Planos de Contingência dos Dseis, orientando, pactuando e alinhando com os gestores regionais de saúde o cumprimento das notas técnicas, protocolos e fluxogramas estabelecidos pela Sesai para a assistência a pacientes confirmados ou com suspeita de Covid-19 nas aldeias indígenas, assim como o acesso prioritário regulado a leitos clínicos específicos para povos indígenas e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em todos os hospitais de referência para a doença.

Nesse âmbito, merece destaque a criação de alas específicas nos hospitais de campanha de Belém, Marabá, Santarém e Breves para internação de pacientes indígenas com suspeita ou casos confirmados de Covid-19. “Hoje ainda temos 50 leitos em Belém, dez leitos em Marabá, dez leitos em Santarém e 23 leitos em Altamira, sendo cinco no hospital de campanha e 18 no Hospital Geral, respeitando todas as especificidades culturais dos povos indígenas”, diz a coordenadora.

Prevenção 

A Sespa também vem colaborando na prevenção da Covid-19 nas terras indígenas, por meio do fortalecimento da assistência de saúde nas aldeias, com a distribuição de equipamentos de proteção individual (EPIs), máscaras de proteção e álcool em gel aos quatro Dseis do Pará.

Até o momento, foram distribuídos 47,5 mil máscaras de proteção, 280 litros de álcool 70%, 2.550 caixas com 12 garrafas de 240ml de álcool 70%, 2,5 mil aventais, além de macacões de proteção para profissionais de saúde, óculos e medicamentos. Em colaboração com a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Sespa também repassou mil aventais, mil gorros, mil máscaras descartáveis, mil luvas de procedimentos e 50 unidades de óculos, para os servidores da instituição fazerem a entrega de cestas básicas nas aldeias.

A Sespa também fez a distribuição de 19 mil testes rápidos, para contribuir no combate à Covid-19 aos povos indígenas dos municípios de jurisdição de assistência dos Dseis, e colaborou com as ações pontuais relacionadas ao atendimento médico de mais de cinco mil indígenas nas aldeias localizadas nos municípios de Belém, Marabá, Santarém, Jacareacanga, Parauapebas, Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu, Altamira, Santarém, Tucuruí, Novo Repartimento, São Domingos do Araguaia, Itaituba, Oriximiná, Cumaru do Norte, Bannach, Vitória do Xingu, Itaituba, São Geraldo do Araguaia e Redenção, em parceria com a Casa Militar, Grupamento Aéreo de Segurança Pública e Dseis. “Nesse contexto, a Sespa vem reforçando a necessidade de os municípios estarem atentos às demandas da assistência aos povos indígenas”, ressalta Tatiany Peralta.

Além disso, a Sespa, por meio dos Centros Regionais de Saúde e em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e Dseis, vem monitorando os casos suspeitos, confirmados, descartados, recuperados e de óbitos por Covid-19, no Estado, assim como fortalecendo os serviços de saúde para a detecção, notificação e investigação de casos suspeitos da doença, conforme os protocolos do Ministério da Saúde. “Paralelamente, também, estamos fazendo webconferências com representantes dos Dseis, Funai, Fepipa e Consepi para o acompanhamento, monitoramento e alinhamento das ações de saúde voltadas aos povos indígenas”, conclui a coordenadora estadual.

Focos de incêndio são registrados às margens da BR-230

Era possível ver de longe a fumaça provocada por focos de incêndio, o que também dificultava a visibilidade de motoristas que passavam em baixa velocidade. As queimadas estavam próximas da barreira da Polícia Rodoviária Federal, no quilômetro 630 da BR-230, em Altamira.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para tentar apagar os focos de incêndios. O fogo destruiu boa parte da vegetação. Os militares tiveram dificuldades para acabar com a queimada.

Animais que estão acostumados a viverem na área buscam um lugar mais seguro para ficar e acabam se expondo no meio da rua.

Altamira vem registrando vários incêndios em vegetação tanto em áreas urbanas como na rural da cidade. Muitos desses incêndios são provocados por pessoas que querem limpar a área.

Mulher em Altamira tem seguro-desemprego sacado no MA

A mulher, que prefere não se identificar, mostra o Boletim de Ocorrência, registrado após ter a última parcela do seguro desemprego sacado, mas não por ela.

Desde então ela vive uma saga na tentativa de ter o problema resolvido. A mulher procurou atendimento dentro da Caixa Econômica Federal da avenida Alacid Nunes, em Altamira, onde foi informada, por um servidor da agência o que teria acontecido.

As parcelas do seguro-desemprego estavam ajudando ela manter as despesas da casa. Mãe de uma filha e solteira, já estava contando com o dinheiro.

A denunciante acredita ter caído numa prática de fraude. Na agência da Caixa Econômica disseram que ela devia procurar o Ministério do Trabalho, que em Altamira está com o atendimento suspenso por causa da pandemia.

Com o B.O ela continua correndo atrás do prejuízo. Nós entramos em contato com a CEF, e aguardamos o posicionamento da agência sobre a situação.