Moradores reclamam de casa abandonada no bairro Mutirão

Uma casa abandonada está incomodando os vizinhos da rua 06, do bairro Mutirão. De acordo com os moradores, há anos entulhos e lixo acumulado estão atraindo ratos e insetos para as residências próximas, além de servir de esconderijo para usuários de drogas.

A casa foi cena de um crime no ano de 2015. Uma mulher foi morta a tiros na frente da mãe, pelo próprio companheiro, durante uma briga do casal. Desde então, o local que foi colocado para locação, teve apenas dois inquilinos e depois ficou abandonada.

Ainda de acordo com os vizinhos, a residência tem atraído riscos, principalmente nesse período de chuvas. A preocupação de Luciana de Sousa, que mora ao lado, é com a caixa d’agua que está sem tampa, servindo de criadouro para o mosquito da dengue.

A Secretaria de Meio Ambiente orienta aos moradores a formalizaram uma denúncia na Semat através do número (93) 98105-3132, ou na Secretaria de Planejamento – Seplan,   para que  o proprietário do imóvel abandonado seja localizado e tome as devidas providencias.

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Faculdade realiza trote solidário em Altamira

Os estudantes da faculdade Pitágoras estão realizando um trote solidário. O estudante Luiz Felipe contou que a iniciativa é um presente dos veteranos para recepcionar os calouros da instituição. “Estamos arrecadando alimentos não perecíveis e vamos deixar caixas de recolhimentos pela cidade. Um iniciativa para os jovens tenham interação entre eles”, explica.

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Detran tenta acordo para acabar com a greve no Pará

Após 23 dias de paralisação, o Detran tenta negociar o fim da greve e espera que o Governo sente para negociar.A principal reivindicação dos trabalhadores é a publicação da portaria de terceirização do serviço de vistoria veicular.

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Há 15 anos, missionária Dorothy Stang foi assassinada em assentamento no Pará

Há 15 anos, a missionária norte-americana Dorothy Stang era assassinada em Anapu, município paraense de 27 mil habitantes localizado a 680 km de Belém. À época, o crime teve repercussão internacional e chamou a atenção para conflitos de terra na Amazônia. Apesar das penas que somam 117 anos de prisão, três dos cinco condenados cumprem penas em regime aberto.

Ainda em 2005, dez meses depois da morte da Irmã Dorothy, como era conhecida, os pistoleiros envolvidos no crime foram condenados. Rayfran das Neves Sales, o Fogoió, e Clodoaldo Carlos Batista, o Eduardo, foram sentenciados, respectivamente, a 27 e 18 anos de prisão. Hoje, Eduardo cumpre pena em regime aberto. Fogoió está preso por ter sido condenado novamente, em 2018, a mais 97 anos pelo assassinato de outras três pessoas.

Amair Feijoli da Cunha, o Tato, que intermediou a contratação dos pistoleiros, foi condenado a 17 anos de reclusão em 2006. Desde 2010, cumpre pena em prisão domiciliar.

Um dos mandantes do crime, Vitalmiro Bastos de Moura, o fazendeiro Bida, também cumpre pena em prisão domiciliar desde 2015. Foi condenado a 30 anos em 2010 por ter prometido pagar R$ 50 mil aos pistoleiros pelo crime.

O caso mais emblemático é o de Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, também apontado como um dos mandantes do assassinato. O fazendeiro foi condenado em 2010 e preso em 2011, mas passou a responder em liberdade. Teve a pena reduzida no Superior Tribunal de Justiça e recebeu um habeas corpus do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Por determinação da Primeira Turma do STF, o fazendeiro voltou a ser preso em abril de 2019, depois de aguardar a maior parte dos 14 anos em liberdade. Vai cumprir uma pena de 25 anos de reclusão.

A trajetória de Dorothy Stang é comparada à de Chico Mendes, seringueiro e ativista ambiental morto em 1988 por fazendeiros incomodados com a defesa de um sistema de produção sustentável que colocava seus negócios em risco.

Quem foi Dorothy Stang?

Dorothy Mae Stang nasceu em 1931 em Ohio, nos Estados Unidos. Ingressou na vida religiosa em 1950 na Congregação das Irmãs de Notre Dame de Namur, voltada à educação de pessoas carentes. Em 1966, iniciou seu ministério no Brasil, na cidade de Coroatá, Maranhão. Percebendo o movimento de migração de maranhenses à região da Rodovia Transamazônica, Irmã Dorothy se estabeleceu em Anapu em 1982. Naturalizou-se brasileira e fazia trabalho missionário atuando em projetos de desenvolvimento sustentável na região.

O que Dorothy Stang defendia?

Ainda sob regime militar, na década de 1970, o governo federal começou a vender lotes de terra no Pará. O objetivo era ocupar a região para evitar sua apropriação por outros países. Os proprietários tinham um prazo de cinco anos para realizar benfeitorias no espaço, sob pena de devolver as terras à União. Entretanto, muitas propriedades acabaram sendo revendidas a terceiros que, anos depois, diziam desconhecer essa cláusula e reivindicavam a posse das terras. Nesse contexto de conflito agrário e tentativas de grilagem, a Irmã Dorothy desponta como liderança em defesa dos pequenos camponeses.

A missionária acreditava na importância da alfabetização para que os lavradores tivessem autonomia para defender seus direitos. Defensora da reforma agrária e integrante da Comissão Pastoral da Terra, Dorothy apoiava um modelo de geração de renda chamado de Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS). O sistema propõe atividades extrativistas ou de agricultura familiar em áreas de proteção ambiental sob supervisão de órgãos de fiscalização.

A Câmara de Vereadores de Anapu chegou a aprovar, em 2002, uma moção de persona non grata à Irmã Dorothy. A missionária representava uma ameaça aos interesses de madeireiros e fazendeiros da região. Com a escalada da tensão, a missionária passou a receber ameaças de morte. “Não vou fugir, nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade, sem devastar”, declarou Dorothy.

Quando Dorothy Stang morreu?

Irmã Dorothy foi assassinada em 12 de fevereiro de 2005, em uma estrada rural localizada na PDS Esperança, em Anapu. Ela levou seis tiros em uma emboscada. Segundo uma testemunha do crime, um dos assassinos perguntou se Dorothy estava armada. “Eis a minha arma”, teria dito ela, tirando uma Bíblia da bolsa. Antes de ser alvejada, a missionária teria lido três versículos, entre eles uma passagem de Mateus: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos”.

Dorothy Stang morreu aos 73 anos. Sua morte ganhou repercussão internacional, gerando forte pressão pelas investigações que levaram à condenação de cinco pessoas.

Quem matou Dorothy Stang?

Regivaldo Pereira Galvão (Taradão), fazendeiro

Mandante do assassinato

Pena: 25 anos de prisão

Vitalmiro Bastos de Moura (Bida), fazendeiro

Mandante do assassinato

Prometeu R$ 50 mil para os pistoleiros

Pena: 30 anos de prisão

Amair Feijoli da Cunha (Tato)

Intermediou a contratação dos pistoleiros

Pena: 17 anos de prisão

Rayfran das Neves Sales (Fogoió)

Pistoleiro que fez os disparos

Pena: 27 anos de prisão

Clodoaldo Carlos Batista (Eduardo)

Pistoleiro

Pena: 18 anos de prisão

O Estado não localizou as atuais defesas dos condenados. “Sou inocente e não tenho nada a ver com esse crime”, afirmou Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, ao Estado em 2012. A defesa de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, afirmou que o julgamento do cliente foi “injusto” e que “houve erro na sentença”. O advogado de Rayfran das Neves Sales disse à época que o cliente estava sob “ameaça intensa” e não merecia condenação.

 

(TERRA)

Moradores do Ramal da Floresta pedem melhora no acesso à comunidade

Moradores do Ramal da Floresta reclamam de estrada que dá acesso a comunidade. Em época de chuva, muita lama e perigo para os veículos.

O ramal tem oito quilômetros a partir da entrada pela rodovia PA-415 e dá acesso até a vila Cipó Ambé, onde o trecho de lama e atoleiro se intensifica. O morador fala que até alunos deixam de ir para aula por causa do difícil acesso da escola que atende a comunidade.

Passar com moto pelo local só com atenção e cuidado. Em muitos trechos o veículo desliza com risco de parar no meio do mato, que fica na lateral do ramal.

Em nota, a equipe da Secretaria Municipal de Obras, Viação e Infraestrutura de Altamira  – Seovi, informou que já recebeu a demanda dos moradores do Ramal e está estudando um cronograma para fazer os serviços, e que devido a esse período chuvoso é mais complexo o plano de ação para a zona rural da cidade.

 

Sintepp ofertará aulão preparatório gratuito em Altamira

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Pará, em Altamira – Sintepp, ofertará um aulão gratuito neste próximo sábado (15), ás 13h30, no Auditório da SEMED com aulas de Legislação, Matemática, Língua Portuguesa e Redação, para quem deseja prestar o concurso público para a prefeitura Municipal de Altamira, ou até outros certames.

Entre os professores está Vitoriano Bill. O curso será para todos os níveis: fundamental, médio e superior.

 

Motorista perde controle e bate em veículo que estava estacionado

Na madrugada desta terça-feira (12), um motorista perdeu o controle do carro e bateu em outro veículo, no bairro Brasília.

Chovia quando aconteceu a colisão registrada na rua Luiz Coutinho. Com a batida um dos carros teve parte do porta-malas destruído. O veículo estava estacionado em frente a uma casa.

Segundo informações do dono do veículo, ele estaria junto com mais quatro amigos em um bar que fica no bairro, quando um deles pediu o veículo emprestado. Ainda segundo depoimento, o motorista teria perdido o controle do carro, invadiu a calçada e bateu no veículo que estava parado.

Mas, uma testemunha chave do acidente contradisse a informação do dono do carro. Segundo ela, quem dirigia o veículo era o proprietário e não o amigo como ele informou ao Departamento Municipal de Trânsito.

Além da restrição total da traseira, a frente do carro que provocou o acidente também ficou amassada. O Demutran esteve no local para fazer o registro do acidente. Policiais Militares também estiveram para auxiliar no acidente.

Os proprietários dos carros conversaram e fecharam um acordo para pagamento dos prejuízos. Ninguém ficou ferido.

 

Pará fará Feira Internacional de Turismo da Amazônia em abril

Em pouco menos de dois meses, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), vai realizar a 9ª edição da FITA – Feira Internacional de Turismo da Amazônia. O evento vai ocorrer entre os dias 03 e 05 de abril, das 15h às 22h, nos 8.500 mil metros quadrados do Hangar – Convenções e Feiras da Amazônia. Considerada a maior feira de turismo do Norte do país, a FITA abrange toda a Amazônia Legal brasileira e os países da Amazônia Internacional.

A FITA 2020 tem como objetivo conectar negócios na Amazônia, criando um canal efetivo de diálogo com o público final, profissionais do turismo, representantes de destinos, empreendedores da área, órgãos oficiais, acadêmicos e todos que tiverem interesse no turismo da Amazônia.

“A ideia é consolidar a FITA como uma feira de Turismo não somente do Pará, mas de toda a Amazônia. A participação de todos os estados da região é muito importante. Por questões logísticas, o Norte acaba tendo menos turistas do que poderia. É isso que queremos mudar. Em bloco podemos vender o turismo na Amazônia e fomentar mais a região”, afirma o secretário de Turismo do Pará, André Dias.

O espaço do pavilhão será destinado aos estandes de empresas e instituições governamentais, o espaço Feirão Turismo que se dedica às agências de viagem com fim de comercialização de pacotes e serviços a preços diferenciados, a Vitrine Cultural, um espaço institucional do governo do Estado e outro para as 14 regiões turísticas do Pará, áreas de promoção e divulgação das rotas gastronômicas, Rota Amazônia (que integra Pará, Amazonas e Maranhão), Rota do Peregrino Mariano, cozinha show, café com o trade, palestras para o público final, além de praça de alimentação com a comercialização de comidas regionais para o público presente na feira.

Comercialização

O responsável pela comercialização da FITA 2020 nos mercados nacional e internacional será Lawrence Reinisch, carioca, com graduação em Arquitetura e Urbanismo na FAU-UFRJ e curso de Mestrado em Administração na Coppead-UFRJ. Reinisch fala cinco idiomas e tem grande experiência em eventos em multinacionais (20 anos no Citibank e Reed Exhibitions), governo (7 anos na Embratur, Anac e Anhembi) e agência de viagens (4 anos na Tunibra).

(Agência Pará)

Corpo do servidor desaparecido foi encontrado pelos bombeiros

O corpo de Lincoln Melo, de 33 anos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (11), em São Félix do Xingu.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, Lincoln foi encontrando a cerca de 50 quilômetros do local do acidente às margens do rio Xingu. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Marabá.

Engenheiro, o jovem era servidor público da prefeitura de São Félix do Xingu. Ele desapareceu no último domingo (9) ao cair de uma moto aquática. O Corpo de Bombeiros fez buscas pelo local durante toda a segunda-feira.

Segundo informações da Polícia Civil, no momento do acidente ele estava com uma amiga que prestou depoimentos sobre o caso.

 

 

Pesquisa do IBGE mostra que mulher ganha menos em todas as ocupações

Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que as mulheres ganham menos do que os homens em todas as ocupações selecionadas na pesquisa. Mesmo com uma queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país.

“As maiores proximidades de rendimento, ainda que não haja igualdade, ocorreram no caso dos professores do ensino fundamental, em que as mulheres recebiam apenas 9,5% menos que os homens”, afirmou a analista da Coordenação de Trabalho do IBGE, Adriana Beringuy.

Em seguida, destacam-se os dos trabalhadores de central de atendimento e de limpeza de interiores de edifícios, escritórios e outros estabelecimentos: as mulheres recebiam, respectivamente, 12,9% e 12,4% menos que os homens.

Entretanto, estão na agricultura e nos comércios varejistas e atacadistas as maiores desigualdades salariais entre homens e mulheres. As mulheres agricultoras e as gerentes de comércios varejistas e atacadistas, recebem, respectivamente, 35,8% e 34% menos que os homens.

O estudo do IBGE feito para o Dia Internacional da Mulher teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2018. Ele mostra que a diferença entre carga horária diária trabalhada de homens e mulheres vem diminuindo.

“Verificamos isso todos os anos, essa diferença já foi de seis horas. É uma característica do mercado de trabalho, uma vez que isso indica apenas as horas nesse setor”, disse Adriana Beringuy. Entretanto, este resultado se deu muito mais por conta de uma redução na carga horária de trabalho dos homens. Em 2012, a diferença era de 6h, mas caiu em 2018 para cerca de 4h48min.

Adriana ressalta, no entanto, que a jornada apresentada na pesquisa não reflete de fato o que a mulher trabalha em todo o seu dia. “A menor jornada da mulher no mercado de trabalho está associada às horas dedicadas a outras atividades, como os afazeres domésticos e os cuidados com pessoas”, afirmou.

Reflexos na participação da mulher no mercado

Hoje, as mulheres respondem por 43,8% dos 93 milhões de brasileiros ocupados. Na população acima de 14 anos, por exemplo, a proporção é diferente: 89,4 milhões (52,4%) são mulheres, enquanto 81,1 milhões (47,6%) são homens, constata o estudo.

Quando a comparação entre os rendimentos das mulheres e dos homens é feita de acordo com a ocupação, o estudo mostra que a desigualdade é disseminada no mercado de trabalho, embora varie de intensidade.

“A mulher acaba tendo participação maior na população desocupada e na população fora da força de trabalho. Temos muitas procurando trabalho ou na inatividade, ou seja, não procuram emprego, por inúmeras questões”, avalia Adriana.

(Agência Brasil)