Cuidados com crianças devem ser redobramos no réveillon

Eles adoram brincar na areia e quando estão assim o tempo passa, as chances de entrem na água e ninguém perceber é grande. Por isso adultos devem ficar atentos.

Como o efetivo do Corpo de Bombeiros em Altamira é reduzido, e o batalhão precisará se revezar entre os pontos onde há praias, os militares alertam para a responsabilidade dos pais, que precisam ficar atentos às aglomerações

Com as praias lotadas e o consumo de álcool comum nesse período de comemoração das festas de fim de ano, a atenção com as crianças precisa ser redobrada. Alguns cuidados podem fazer toda a diferença para que a família inteira se divirta com segurança

Se você vai sair com crianças para lugares com aglomerações:

  •  Certifique-se que a criança fique sempre por perto
  •  Providencie pulseiras de identificação se possível ensine aos pequenos o número de telefone e o endereço de casa
  • Nunca deixe as crianças perto da água sem a presença de um adulto
  • Vista os pequenos com roupas que chamem a atenção e sejam de fácil identificação
  • Se a criança desaparecer entre em contato imediatamente com as autoridades

Em 2019 já foram registrados dois afogamentos na orla da cidade e um terceiro subindo o rio Xingu.  Em todos os casos as vítimas não utilizavam coletes e no momento do acidente estavam sozinhas.

 

Bombeiros intensificam ações em Altamira no Ano Novo

Enquanto os olhos do público se voltam para o céu admirando a tradicional queima de fogos, os Bombeiros estão atentos aos detalhes.

Em Altamira, 60 militares estão à disposição do comando para as operações de fim de ano, que tem como foco os eventos agendados para a virada de ano na cidade. Além da orla, outros dois grandes eventos estão agendados onde a média de público deve ultrapassar cinco mil pessoas.

Apenas Altamira solicitou o reforço dos Bombeiros, que até o momento não têm ações agendadas para as outras cidades da região que possuem praias.

antes da virada do ano, as embarcações deverão passar por vistoria, e segundo o Corpo de Bombeiros, os barcos, e as balsas que forem organizar festas e não tenham guarda vidas e coletes à disposição dos convidados, poderão ser penalizadas e até proibidas de realizarem eventos.

 

Mãe e filho ficaram em cárcere privado por três dias em Anapu

Caio do Socorro Xavier, de 26 anos, foi detido após a polícia receber uma denúncia de violência doméstica e tortura.A própria vítima denunciou o caso à polícia depois de conseguir fugir da casa que vivia com o agressor. A mulher procurou a polícia na comunidade Belo Monte onde relatou que por três dias foi agredida fisicamente e que o seu filho, um bebê de 1 ano de idade, também foi torturado.

Ao chegar no local, que fica na zona rural de Anapu – cerca de 60 quilômetros da cidade, os policiais detiveram Caio e acabaram descobrindo que havia um mandado de prisão expedido contra ele, pelo crime de violência doméstica, em Ananindeua região metropolitana de Belém.

Caio foi levado pelos policiais para a delegacia em Anapu onde está à disposição da justiça. A mulher e a criança receberam atendimento médico e com apoio das autoridades retornou para o município de Monte Alegre, onde vive seus familiares.

 

Trauma, problemas psiquiátricos e fuga da adolescência. O que leva jovens à automutilação

Lucía, de 16 anos, não se lembra do começo. Desde que faz “uso da razão”, busca maneiras de provocar danos físicos em si própria. Cintas apertadas no abdômen, beliscões ou arranhões, que mais tarde se seguiram de cortes nos braços. Lucía sofre de uma patologia que consiste em se autolesionar para regular sua dor emocional. “Quando faço isso, não sinto nada, não dói”, diz com o olhar baixo e longos cabelos pretos perfeitamente penteados, sentada a uma mesa na unidade de psiquiatria de um hospital em Madri. Lucía, que prefere não dizer o nome verdadeiro, deu entrada nesse centro há um ano e meio e acaba de receber alta. Em 2019, o hospital Gregorio Marañón realizou mais de 400 intervenções em adolescentes de 12 a 18 anos por se autolesionarem para bloquear o sofrimento mental. Em um ano, trataram 85 novos pacientes.

Tanto no Gregorio Marañón quanto no Vall d’Hebron (Barcelona), dois dos centros hospitalares com uma unidade específica para adolescentes que se autolesionam, afirmam que esse é um fenômeno que não para de crescer e que remonta ao início da década de 2000. Dada a falta de dados nacionais e a escassez de pesquisas, os psiquiatras associam o fenômeno ao uso “descontrolado” da Internet e à disseminação de imagens explícitas das lesões que os próprios adolescentes fazem em redes sociais como o Instagram.

O que os leva a se automutilar? Alguns foram vítimas de abuso sexual, físico ou psicológico. Outros sofrem de ansiedade, depressão ou transtorno de personalidade. Há também aqueles que simplesmente não sabem como lidar com a frustração na adolescência. “Alguns desses jovens têm um estado mental de dissociação, seu estado de consciência muda e não sentem dor quando se cortam, ao contrário, liberam endorfina e vivem isso como um momento de alívio”, explica María Mayoral, psicóloga clínica e coordenadora do Prisma, um programa de saúde mental para adolescentes que o Gregorio Marañón lançou em 2018 diante do aumento de atendimentos. “Existe uma ideia generalizada e equivocada de que fazem isso para chamar a atenção; é muito mais complexo, esses adolescentes têm uma patologia mental e precisam da ajuda de um profissional”, diz.

A maioria dos pacientes chega com cortes infligidos com estilete, vidro ou lâminas retiradas de apontadores nos braços, pulsos, coxas ou partes do tronco. Outros apresentam queimaduras ou pancadas. “É uma resposta dos jovens de hoje à frustração, e o fator Internet aumenta o efeito de contágio”, explica Carlos Delgado, psiquiatra do Gregorio Marañón. Cerca de 90% de seus pacientes dizem não sentir dor ao fazê-lo. “É viciante; a tendência é aumentar os danos e a frequência”, acrescenta. “É um processo mental complicado, muitos deles se automutilam porque pensam que merecem, se sentem culpados por algo que lhes aconteceu”. Delgado acredita que o Governo deveria se envolver, reunir um grupo de especialistas para analisar a situação e aconselhar sobre uma campanha preventiva. “Nos anos noventa isso foi feito com a anorexia e a bulimia; em relação a este problema já estamos atrasados”, lamenta.

No caso de Lucía, a mãe descobriu o problema quando ela tinha 13 anos. O alerta foi dado pela tutora da escola. Fazia anos, diz a mãe, que via estrias em seu corpo; pensava que era por perder e ganhar peso e não por colocar cintas de pressão. “No sexto ano, tinha um comportamento complicado e no ensino médio isso disparou”, diz. Há um mês a filha teve alta, mas sabe que pode haver recaídas. O prazo médio para a recuperação é de dois anos. “A tutora me disse que era uma moda, que os jovens divulgavam as imagens por WhatsApp. Minha filha estava doente e eu não soube ver isso.” Lucía não quer dizer o que a atormenta. A mãe também não e a enfermeira concorda. Ainda não está preparada.

O hospital Vall d’Hebron é outro que registrou um aumento de adolescentes que se autolesionam. Nos últimos três anos, 20,5% dos atendimentos de emergência correspondem a esses casos. “É um problema relativamente novo e é um sintoma de que algo não está sendo bem feito; não existem recursos específicos para a prevenção e os profissionais não foram formados para enfrentar essa patologia, que afeta principalmente adolescentes de 15 a 17 anos”, denuncia Marc Ferrer, chefe de hospitalização psiquiátrica do hospital, que alerta que programas como o do Gregorio Marañón são raros na Espanha.

Nos Estados Unidos, um estudo de 2012 da American Medical Association apontou que, pela primeira vez desde a década de 1970, as doenças mentais ultrapassaram as físicas entre os adolescentes naquele país. Segundo esse relatório, que destaca que os problemas de comportamento ocorrem em maior medida entre as famílias com salários mais altos, as consequências são menos horas de escolarização, e, portanto, menos oportunidades de educação. Na idade adulta, esses jovens trabalham em média sete semanas a menos por ano do que aquelas que tiveram problemas físicos crônicos na infância. “Nos Estados Unidos há tempo se fala da necessidade de dedicar mais recursos à saúde mental em crianças; aqui a gravidade do assunto ainda não foi reconhecida”, enfatiza Ferrer.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro sancionou na última quinta-feira uma lei que torna crime a incitação à automutilação, uma das bandeiras da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) desde o início do Governo. Segundo o ministério, cerca de 20% dos jovens brasileiros se mutilam, o que representa 14 milhões de pessoas. Em abril, o Governo lançou o programa Acolha a Vida, voltado para a prevenção da automutilação e do suicídio.

Comunicação familiar

Os psicólogos alertam que os problemas dos adolescentes em lidar com a frustração remontam, em muitos casos, à infância, como consequência da falta de comunicação com os pais. “Não atender às necessidades emocionais do seu filho desde pequeno pode levar a esse tipo de comportamento; se suas emoções são reprimidas, é mais fácil que sejam bloqueadas e ele tome decisões inadequadas e prejudiciais”, explica María Mayoral, do Gregorio Marañón.

A história de automutilações de Marta, de 21 anos, que não quer dizer o nome verdadeiro, começou durante uma discussão familiar no carro quando tinha 16. “Houve uma discussão, fiquei muito nervosa e comecei a arranhar os braços até sangrar”, diz a jovem. Ela prometeu à mãe que isso não se repetiria, mas entrou em um ciclo do qual não conseguia sair. “Desmontava apontadores, usava grampos… A Internet me deu muitas ideias sobre como fazê-lo sem que minha vida corresse perigo”.

Marta foi diagnosticada com atraso maturacional aos três anos e mais tarde, durante o ensino fundamental, com déficit de atenção sem hiperatividade. Sua família não teve o apoio que necessitava. Cada vez perdia mais a calma. A mãe conta que nos dias antes das provas a filha ficava muito nervosa e dava cabeçadas nos azulejos da cozinha. “Na terapia você percebe como as feridas físicas te enganam. São uma falsa anestesia.”

 

(El Pais)

Preço da gasolina nos postos sobe quase 5% no ano, diz ANP

A gasolina ficou em média 4,85% mais cara nas bombas em 2019, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (30) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento, o preço médio do litro do combustível subiu de R$ 4,34 no fim de 2018 para R$ 4,55 no fim deste ano. Na última semana, a alta foi de 0,02%.

O etanol foi o combustível que sofreu o maior reajuste no ano, de 11,51%. O preço médio do litro vendido ao consumidor saltou de R$ 2,83 para R$ 3,15. Na semana, o preço subiu 0,19%.

Já o litro do óleo diesel teve alta de 8,69% no ano, passando de uma média de R$ 3,451 para R$ 3,751. O aumento na última semana foi de 0,24%.

Os preços constituem uma média caculada pela ANP a partir de dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região.

 

(G1)

Operação recaptura 10 detentos que estavam com tornozeleira eletrônica no Pará

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) recapturou, nesta segunda-feira (30), dez detentos que estavam foragidos do sistema prisional, na região metropolitana de Belém. Eles foram encaminhados à Central de Monitoramento para as providências cabíveis.

A operação visou a recaptura de presos monitorados eletronicamente que não retornaram para o presídio após terem o benefício da saída temporária e descumpriram as normas de monitoramento eletrônico. Agentes do Comando de Operações Penitenciárias (COPE) e da Força-tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) realizaram as buscas nos locais indicados, como residências e últimas localizações conhecidas dos internos.

(G1/PA)

 

Cresce número de matrículas na creche e na pré-escola

O número de matrículas na creche e na pré-escola cresceu este ano na comparação com 2018, segundo dados do Censo Escolar divulgados hoje (30) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O levantamento, que foi publicado no Diário Oficial da União, traz os dados referentes ao número de alunos matriculados em escolas públicas, abrangendo todas as etapas de ensino (da creche ao ensino médio). A divulgação das informações completas do Censo Escolar está prevista para o final de janeiro.

O censo mostra um aumento de 4,24% no número de matrículas em creches (crianças de 0 a 3 anos), que passou de 2.333.277, em 2018, para 2.433.216, em 2019. Ao todo, foram abertas 98.939 vagas nesta etapa de ensino. Na pré-escola, houve aumento de 0,75% no número de matrículas na comparação entre 2018 e 2019. Foram abertas 29.636 vagas, passando de 3.915.699 para 3.945.335. A quase totalidade das matrículas no ensino infantil se concnetra em instituições municipais.

Fundamental e médio

Em relação aos ensinos fundamental e médio, o Censo Escolar aponta uma queda no número de matrículas em escolas públicas, fenômeno que vem se repetindo nos últimos anos. Segundo os dados divulgados nesta segunda-feira, foram matriculados 6.192.819 alunos no ensino médio em 2019, contra 6.462.124 no ano anterior, uma redução de 4,34%.

Apesar da redução, houve melhora nas escolas de tempo integral, que passou de 9,2% para 10,6% do total de matrículas na última etapa do ensino básico em instituições públicas. No ensino integral, os estudantes podem, com mais tempo na escola, ter acesso a atividades culturais, esportivas, além de conteúdos de comunicação, saúde, entre outros.

No ensino fundamental, que vai do 1º ao 9º ano, o número de alunos matriculados em 2019 caiu 1,62% em relação a 2018, passando de 21.760.831 de alunos para 21.413.391. Desse total, quase 11% foram para o ensino integral.

Ampliar a educação em tempo integral nas escolas é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que estabelece parâmetros para melhorar a qualidade da educação brasileira. Uma das metas do PNE é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024.

EJA

O Censo Escolar também trouxe dados sobre o número de alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), modalidade presencial, que também diminuiu, passando de 2.878.165 de alunos em 2018 para 2.625.462 em 2019, uma redução de 9,6%.

(Agência Brasil)

UFPA inscreve estudantes de baixa renda para cursinho gratuito

O Programa Universidade Aberta (PUA) inscreve estudantes para cursinho preparatório gratuito para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O programa, da Universidade Federal do Pará (UFPA), atende estudantes de baixa renda, que concluíram ou estão cursando o terceiro ano do ensino médio em escola pública ou com bolsa integral em escolas particulares. As inscrições seguem até o dia 30 de janeiro.

O programa oferta 112 vagas. Os estudantes serão selecionados através de processo seletivo. A prova será realizada no dia 2 de fevereiro.O PUA oferece aulas de todas as disciplinas. O início das aulas está previsto para o dia 10 de fevereiro.

Os interessados devem realizar a inscrição online, com preenchimento do cadastro e em seguida confirmar a inscrição no Programa de Educação Tutorial de Física (PET-Física), no campus básico da UFPA e levar 2 kg de alimentos não perecíveis, até dia 31 de janeiro.

A matrícula dos aprovados será realizada entre os dias 4 e 7 de fevereiro. Mais informações sobre a seleção estão disponíveis no edital.

Serviço

Inscrições PUA 2020

Período: 20 de dezembro de 2019 a 30 de janeiro de 2020

Contribuição: 2 kg de alimento não perecível

Mais informações no edital

 

(G1/PA)

Ministério multa Facebook por abuso no compartilhamento de dados

A Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacom) multou o Facebook em R$ 6,6 milhões pelo compartilhamento indevido de dados no caso que ficou conhecido como “escândalo da Cambridge Analytica”, em que dados de dezenas de milhões de usuários da plataforma em todo o mundo foram utilizados pela empresa de marketing digital para influenciar eleições e outros processos políticos.

Diante do escândalo, a Senacom abriu um procedimento administrativo para avaliar se teria havido dano aos usuários brasileiros da rede social. Depois de analisar o caso, entendeu que o Facebook incorreu em prática abusiva no episódio.

“Resta evidente que dados dos cerca de quatrocentos e quarenta e três mil usuários da plataforma estavam em disposição indevida pelos desenvolvedores do aplicativo This is your digital life para finalidades, no mínimo, questionáveis, e sem que as representadas conseguissem demonstrar eventual fato modificativo de que tal número foi efetivamente menor”, concluiu a Secretaria no processo.

Além disso, o processo indicou também que o Facebook não atuou corretamente na comunicação com os usuários no tocante às implicações das configurações de privacidade e na forma como desenvolvedores poderiam acessar e utilizar informações do usuário e de sua rede de amigos.

A Agência Brasil entrou em contato com o Facebook e aguarda retorno.

Entenda o caso

Entre 2007 e 2014, o Facebook permitiu o acesso a informações pessoais por desenvolvedores de aplicativos sem consentimento dos usuários. Entre estes estavam os comuns “testes”. O app adotado para coletar as informações repassadas à Cambridge Analytica foi um teste de personalidade (This is Your Digital Life), de autoria de um cientista chamado Aleksandr Kogan.

O episódio ganhou visibilidade depois que veículos de mídia do Reino Unido revelaram o uso indevido das informações, inclusive em processos eleitorais, como a disputa presidencial dos Estados Unidos (EUA) em 2016.

Em março, reportagens de jornais no Reino Unido e nos Estados Unidos revelaram um vazamento de dados de 87 milhões de pessoas coletados no Facebook por meio de um aplicativo de perguntas, que foram posteriormente repassados a uma empresa de britância marketing digital, Cambridge Analytica.

Munida dessas informações, a empresa teve papel decisivo na eleição de Donald Trump e na saída do Reino Unido da União Europeia, no processo conhecida como Brexit. A firma também operou em eleições de outros países, como Quênia, Austrália e México, além de estabelecer escritório no Brasil.

Ao reunir informações sobre o perfil das pessoas, suas preferências, seus medos e suas visões de mundo, marqueteiros e responsáveis por campanhas conseguiam produzir e disseminar conteúdos quase personalizados. Em reportagem da TV britânica Channel 4, um dos dirigentes da Cambridge Analytica relatou que a empresa explorava sentimentos dos eleitores, como o medo, para vincular os receios do público-alvo a candidatos adversários, buscando manipular as emoções em favor de seus clientes. Coincidência ou não, Donald Trump recebeu esse apoio e acabou eleito presidente dos Estados Unidos, depois de sair de uma posição desacreditada.

O escândalo alertou autoridades e usuários para os riscos da falta de proteção de dados pessoais. Além do Brasil, governos dos Estados Unidos e do Reino Unido também abriram investigações sobre o caso. No Reino Unido, o Facebook também foi multado. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, e outros dirigentes da plataforma foram sabatinados nos parlamentos dos EUA e do Reino Unido. Na ocasião, Zuckerberg admitiu que a empresa falha no cuidado com a privacidade de seus usuários e anunciou algumas medidas.

(Agência Brasil)

Lojistas acreditam no crescimento da economia em 2020

Pesquisa publicada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no país, crescerá 2,5% e a indústria terá expansão de 2,8%, em 2020. No entanto, o crescimento sustentado vai depender de novos avanços que melhorem o ambiente de negócios e os investimentos. O Informe Conjuntural publicado pela Confederação destacou ainda que a atividade econômica será impulsionada pela expansão de 2,8% do PIB industrial e pelo aumento do investimento, no próximo ano.

Na análise do cenário, a Confederação destaca que a aceleração da segunda metade de 2019 foi o sinal de que haverá crescimento mais sólido nos próximos 12 meses, puxado pelo aumento do consumo, em consequência da queda das taxas de juros e da paulatina recuperação do mercado de trabalho.

Para Emerson de Carvalho Breves, diretor de operações comerciais, esses dados são importantes porque refletem uma movimentação positiva da economia, que já vem sendo sentida desde o final de 2019. “Estamos otimistas com o mercado e investindo em produtos para correspondermos as expectativas dos consumidores do Norte e Nordeste do país”, ressaltou.

Ainda de acordo com o estudo, o mais relevante nesse momento de recuperação da economia é o protagonismo do setor privado. O investimento privado reagiu em 2019, com o aumento da confiança e a queda nos juros. A tendência é que haja um grande número de contratações formais, o que sustentará o consumo.

 

(Ascom)