Mulher grávida é atacada a tiros dentro da própria casa em Parauapebas; bebê e mãe morreram

Um crime trágico foi registrado em Parauapebas, no sudeste do Pará, na noite de quinta-feira (26). Uma mulher grávida foi atacada a tiros dentro da própria casa. Taiane de Kassy Mendes da Silva, de 31 anos, gestante de seis meses, estava jantando com o marido quando foi baleada por motoqueiros. A vítima foi levada para o hospital, mas não resistiu. A equipe médica tentou salvar o feto, realizando uma cesárea emergencial, mas a filha também havia sido atingida e morreu.

Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu por volta de 19h30. De acordo com o depoimento do marido da vítima, Fernando Linhares Aguiar, de 20 anos, Tainara havia acabado de preparar o jantar e servia o marido, quando dois homens em uma moto branca chegaram à casa, no bairro Tropical II. Os suspeitos logo atiraram contra a mulher e fugiram em seguida, de acordo com Fernando.

A mulher grávida foi socorrida e entrou na sala de cirurgia do Hospital Municipal de Parauapebas por volta das 22h. O corpo da mãe e o feto foram removidos pelo Instituto Médico Legal (IML) de Parauapebas e passam por exame de necropsia.

(G1/PA)

 

Altamira terá show da virada com Joelma na orla

A Prefeitura de Altamira preparou uma programação especial para celebrar a chegada de 2020. O evento, que já se tornou tradição, terá a apresentação da cantora Joelma e a esperada queima de fogos na noite do dia 31. O show será gratuito, na Orla do Cais a partir das 21h.

A expectativa é que cerca de 12 mil pessoas acompanhem a comemoração. A organização preparou duas mil cadeiras para que as famílias possam ver a apresentação com mais conforto. “Vai ser incrível, a gente vai fazer um super show, trazer esse novo cheio de alegria, cheio de música, muita dança. Espero vocês para fazer um mega show”, anunciou Joelma em um recado para os altamirenses.

“Para a administração municipal é um evento importante, que já faz parte do nosso calendário cultural. Mesmo com dificuldades não podemos deixar de atender esse pedido das pessoas. Que é o réveillon da orla, pensando e planejado com antecedência para todos irem, se divertirem e confraternizarem com alegria e segurança”, explicou Denise Aguiar, chefe de gabinete da prefeitura.

Além da segurança pública, formada por policiais militares e Guarda Municipal, haverá uma equipe de seguranças particulares para garantir a tranquilidade do evento.

(Mayara Freire)

 

O que acontece com seu corpo quando você come demais

Já sei como me sinto depois de cada ceia de Natal: sonolento, lerdo e, sem dúvida, empanturrado. Mas na hora do almoço, no dia seguinte, tenho certeza de que arrumarei um “espaço” para o enterro dos ossos. Se você parar para pensar, é bem estranho que no dia seguinte a uma refeição farta a gente seja capaz de comer novamente a mesma quantidade de comida. Será que não aprendemos a lição da primeira vez?

Por que ainda sentimos fome depois de verdadeiros banquetes, como na ceia de Natal? Será que comer demais “aumenta” o estômago, o que significa que você tem mais espaço para comer no dia seguinte? Só de pensar nisso estou ficando com fome.

A resposta é que, para a maioria das pessoas, você não sente fome, apesar da enorme quantidade de comida que consumiu recentemente. Você sente fome justamente por isso.

Mas, em primeiro lugar, o que é a sensação de fome?

Contrações, roncos e dilatações

Aquela pontada que te dá vontade de comer é resultado de uma série de mudanças fisiológicas dentro do organismo.

É verdade que seu estômago muda de tamanho quando está cheio ou com fome. Ele se contrai à medida que a refeição é digerida para ajudar a encaminhar os alimentos em direção ao intestino. E ronca conforme o ar e a comida se movimentam, e os alimentos são empurrados para baixo, em um fenômeno chamado borborigmo, que geralmente é o primeiro sinal de que podemos estar com fome, uma vez que é sonoro e físico.

Depois de roncar, o estômago se expande novamente, se preparando para a comida — e isso é desencadeado pelos hormônios.

Mas não é bem verdade que comer “aumente” o estômago. Como o estômago é muito elástico, ele volta à sua capacidade de repouso (cerca de 1-2 litros) após uma refeição farta. Na verdade, o estômago da maioria das pessoas tem capacidade semelhante — nem altura, nem peso influenciam.

O que talvez não tenhamos consciência é da liberação dos hormônios da fome: o NPY e AgRP do hipotálamo e a grelina do estômago. A grelina é liberada quando o estômago está vazio e estimula a produção de NPY e AgRP no cérebro. Esses dois hormônios são responsáveis ​​por criar a sensação de fome, anulando os hormônios que nos dão a sensação de saciedade.

Talvez contraintuitivamente, os níveis de grelina tendem a ser mais altos em indivíduos magros, e mais baixos em pessoas obesas. Você poderia supor que um hormônio que estimula a fome estaria mais presente em pessoas que comem mais — mas essa contradição provavelmente reflete o quão complicado é o nosso sistema endócrino.

Saciedade

Embora apenas três hormônios sejam em grande parte responsáveis ​​por gerar a sensação de fome, são necessários cerca de uma dúzia para nos fazer sentir saciados.

Alguns deles, GIP e GLP-1, são responsáveis ​​por estimular a produção de insulina para regular o metabolismo dos carboidratos. Vários outros hormônios estão envolvidos na desaceleração da movimentação dos alimentos dentro do estômago, para dar tempo ao corpo de fazer a digestão.

Para pessoas obesas que têm baixos níveis de grelina, pode ser que altos níveis de insulina, necessários para metabolizar uma dieta rica em carboidratos, estejam inibindo a produção de grelina.

Dois são essenciais para reduzir a sensação de fome: CKK e PYY. Em pacientes com banda gástrica ajustável, que reduz o tamanho do estômago, o PYY é particularmente alto. E contribui para a perda de apetite.

Embora o estômago tenha um sistema hormonal para informar ao cérebro quando está vazio, isso geralmente é aumentado pela associação que fazemos entre a fome e os períodos do dia. Portanto, mesmo que você tenha almoçado muito bem, ainda pode sentir fome no jantar.

“Se você sempre come um pedaço de chocolate ou petisco depois do jantar, quando senta no sofá para assistir à televisão, seu corpo pode começar a associar o hábito de sentar no sofá com ver televisão e comer algo agradável, e, como resultado, quando você vai para o sofá, sente desejo”, diz Karolien van den Akker, pesquisadora do grupo Centerdata.

“Isso pode acontecer até quando você está saciado; quando suas reservas de energia estão cheias.”

Comer demais não é ruim, explica Van den Akker. Diferentemente do diagnóstico clínico de compulsão alimentar, em que quantidades muito grandes de comida são consumidas em um curto espaço de tempo, sendo geralmente associada a sentimentos de repulsa, culpa ou vergonha, comer demais pode ser visto simplesmente como um hábito que as pessoas não gostariam de ter.

Memória e desejo

Mas o desejo de comida adquirido também pode tornar muito difícil manter uma dieta bem-sucedida.

Quando aprendemos a associar as propriedades gratificantes dos alimentos, principalmente daqueles com alto teor de açúcar, a horários, cheiros, ambientes e comportamentos específicos, a memória dessa sensação é ativada e você começa ter desejo. Isso desencadeia não apenas respostas psicológicas, mas fisiológicas, como salivação.

Você pode ter ouvido falar no cão de Pavlov — experimento em que um sino é tocado na hora das refeições, para que o cachorro associe o som do sino à comida. Por fim, o animal acaba salivando só de ouvir o sino.

Os seres humanos não são muito mais sofisticados que os cães nesse sentido. Em outro experimento, os pesquisadores mostraram formas simples — círculos e quadrados — aos participantes. Quando a figura era um quadrado, eles recebiam um pedaço de chocolate e, a partir de então, começaram a ter vontade de comer chocolate sempre que viam um quadrado. Assim como os cães, os seres humanos podem ser condicionados a esperar alimentos com base em sugestões simples.

“Essas associações se desenvolvem rapidamente e mesmo com pequenas quantidades de chocolate, como de 1g a 2g”, diz Van den Akker.

“Parece bem fácil adquirir esses desejos, mas é difícil se livrar deles. Seu corpo se lembra daquele momento específico em que você comeu chocolate. O desejo pode facilmente se transformar em um desejo diário — mesmo após apenas quatro dias de repetição.”

Às vezes, até nosso humor pode se tornar um gatilho para o condicionamento. As pessoas geralmente relatam ter menos autocontrole se estiverem de mau humor ou cansadas.

“Nesse caso, as emoções podem se associar diretamente à comida saborosa, de modo que a emoção negativa pode desencadear o desejo”, acrescenta Van den Akker.

Mais social, mais comida

Em princípio, qualquer humor, mesmo positivo, pode se tornar um gatilho de desejo, desde que seja consistentemente seguido por comida. E tem sido mostrado reiteradamente que comemos mais quando estamos na companhia de amigos.

Mesmo quando você controla o consumo de álcool, em ocasiões especiais, seja pelo tempo que passamos à mesa e uma série de outros fatores, comemos mais quando estamos sendo sociais. Talvez porque o prazer das companhias ao nosso redor dificulte a concentração no controle de porções. Até pessoas sentadas em um laboratório com uma tigela de macarrão vão comer mais se tiverem um amigo para conversar.

Esse conhecimento também tem implicações na quebra de maus hábitos alimentares.

“Quando estamos tentando ajudar as pessoas a comer menos, focamos em “desaprender” os desejos de comida adquiridos. Aqui, também tentamos garantir que elas aprendam que comer algo bom uma vez não significa que se deve fazer o mesmo nos próximos dias também “, diz Van den Akker.

Isso é importante porque outros estudos mostram que quebrar um bom hábito alimentar uma única vez pode ser suficiente para ter uma recaída no mau hábito.

Talvez não seja surpresa, portanto, que sintamos fome depois de uma refeição farta com a família e os amigos. Sentimos fome no dia seguinte — ou até no mesmo dia mais tarde — não porque nosso estômago “aumentou”, mas porque nos acostumamos a comer excessivamente em ocasiões especiais.

Se nossos cérebros se deparam com todos os sinais – cheiros, sons, ambiente – associados a uma refeição farta no dia seguinte a um banquete, como no Natal, ele começa a nos preparar para a segunda rodada.

(BBC)

 

 

Confiança de Serviços e do Comércio avançam em dezembro, aponta pesquisa

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getúlio Vargas, subiu 1,1 ponto em dezembro, e atingiu 96,1 pontos. Este foi o maior nível desde fevereiro de 2019, quando chegou a 96,5.

Segundo o coordenador da Sondagens do Comércio e de Investimento da FGV IBRE, Rodolpho Tobler, o otimismo na percepção dos empresários do setor se deu graças às melhoras nos indicadores econômicos, principalmente a partir do segundo semestre.

“A gente tem percebido que os dois indicadores que compõe a Confiança de Serviços avançaram agora em dezembro e tem mostrado uma trajetória ascendente nos últimos meses – tanto o indicador que mede a situação atual, quanto o indicador de expectativas. Então, o empresário de Serviços tem mostrado que o ritmo de volume de Serviços tem aumentado mês a mês, e também eles começam agora o ano de 2020 com boas perspectivas de uma manutenção dessa recuperação”, disse.

Ainda segundo a FGV, o Índice de Confiança do Comércio (ICOM) subiu 0,3 ponto em dezembro, ao passar de 97,8 para 98,1 pontos. De acordo com Rodolpho Tobler, apesar do salto no indicador, o empresariado do setor ainda se mostram cautelosos.

“O que a gente percebe é que o empresário do Comércio ainda tem uma certa cautela, talvez por ter se animado demais no ano passado; agora ele tem uma certa cautela com esse otimismo exagerado, mas tem percebido que o ritmo de vendas tem se mostrado favorável neste terceiro e quarto trimestre”, conta.

O especialista destaca que tanto para Serviços como para Comércio, o cenário macroeconômico é positivo, com inflação controlada, com taxas de juros reduzidas, além de o brasileiro ter tido a liberação do FGTS, que estimulou mais as vendas neste final de ano.

Bancos não abrirão nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro

Na próxima terça-feira, dia 31 de dezembro, e no dia 1º de janeiro, as agências bancárias não vão abrir para atendimento. A informação é da Federação Brasileira de Bancos, a Febraban.

Quem precisar fazer alguma transação financeira nestes dois dias, deverá usar os canais alternativos de atendimento bancário, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes.

Se você tiver carnês e contas de consumo, como água, energia e telefone, que forem vencer no feriado, não se preocupe, pois eles poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte. Outra solução, é agendar os pagamentos ou pagá-las nos próprios caixas automáticos, se tiverem código de barras.

Então, o último dia útil do ano para atendimento ao público vai ser na segunda-feira, dia 30 de dezembro. Até lá, os bancos vão funcionar normalmente.

(Agência do Rádio)