Veja o que fazer para evitar o susto nos cachorros com os fogos do Ano Novo

Se você tem um cãozinho, sabe que os animais se incomodam com os barulhos dos fogos. Apesar de toda festa, presentes e comida gostosa, junto com o final do ano chegam os fogos de artifício que, geralmente, assustam os peludinhos. Isto porque os cães têm a audição extremamente desenvolvida e são capazes de ouvir o som a uma distância quatro vezes maior do que nós, humanos.

A dica é não esperar que a situação aconteça de verdade para tentar acostumá-lo, invista em treinamentos com antecedência. Mas caso não tenha tempo de treinar, a veterinária recomenda que seja possível investir em uma medicação para acalmar seu pet na noite de festa. Em canais no Youtube uma dica que também garante ser infalível é a do pano amarrado no cachorro. (vídeo abaixo)

Pegar no colo, apesar de parecer a solução perfeita, nem sempre funciona. Isto porque, o carinho e atenção excessivos podem acabar gerando uma ansiedade e deixá-lo desconfortável. O importante é não deixar o bichinho sozinho. Se você vai viajar e não sabe onde deixar o seu animal, basta procurar os hotéis para pets. Neles, os profissionais são treinados para agir da forma correta.

Proteja seu bichinho e se puder, evite soltar fogos.

Indulto natalino terá capítulo especial para policiais, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (20) que o decreto de indulto natalino que ele vai assinar este ano terá uma parte específica para atender policiais militares presos. Segundo o presidente, o objetivo é enquadrar no benefício os agentes condenados por “excesso” em operações de segurança pública.

“Tem um capítulo especial para policiais militares. Tem policial condenado por excesso. O excesso, acima de dois tiros, o juiz pode agravar sua pena”, disse a jornalistas na portaria do Palácio do Alvorada, residência oficial, onde passou a tarde. A entrevista, de quase 50 minutos, foi transmitida ao vivo em sua página no Facebook.

Bolsonaro disse que terá uma nova reunião para tratar do indulto natalino na segunda-feira (23). De acordo com o presidente, o decreto será elaborado com critérios semelhantes ao projeto de lei de excludente de ilicitude para agentes de segurança em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

“Vou dar uma dica pra vocês. Eu tenho um projeto da excludente de ilicitude em [operações] GLO [Garantias da Lei e da Ordem]. O que eu determinei à SAJ [Subchefia de Assuntos Jurídicos], é que o que for possível enquadrar, no meu projeto, o decreto do indulto, que se enquadre”, disse. O PL do excludente de ilicitude para agentes de segurança prevê novas situações em que a ação policial é reconhecida como legítima defesa, ampliando possibilidades de extinção de punição nesses casos.

A extinção de penas por meio do indulto é uma das competências privativas da Presidência da República prevista na Constituição Federal. Tradicionalmente, o perdão é dado nas festividades de fim de ano às pessoas condenadas ou submetidas a medidas de segurança. O indulto permite o perdão de condenados que atendam a alguns critérios, como o cumprimento de parte da pena. O benefício do perdão de pena, no entanto, não pode ser concedido para condenados por crimes hediondos, como tortura e sequestro, por exemplo.

Bolsonaro não indicou que dia publicará o indulto natalino e ressaltou o decreto deve ser construído de forma a não gerar contestação no Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não quero ser contestado no Supremo. Não adianta apresentar um decreto, muito bonito, o pessoal bate palmas, mas fica no Supremo”, disse.

Em dezembro de 2017, durante o recesso de fim de ano, a então presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e suspendeu o decreto de indulto natalino do presidente Michel Temer. Em seguida, o ministro Roberto Barroso restabeleceu parte do texto, mas retirando a possibilidade de benefícios para condenados por crimes de corrupção, como apenados na Operação Lava Jato. No julgamento final da questão, por maioria, os ministros do SFT mantiveram a validade do decreto de Temer na íntegra.

Pacote anticrime 

Sobre o pacote anticrime, aprovado na semana passada no Senado, Bolsonaro disse que três vetos ainda estão em estudo dentro do governo. “Dos vetos sugeridos pelos meus ministros, tem três ainda faltando uma negociação”, disse.

(Agência Brasil)

Fies exigirá 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) passará a exigir nota mínima de 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Esta foi uma das mudanças aprovadas pelo Comitê Gestor do Fies. Além disso, a partir de 2021, o programa poderá ter uma redução na oferta de vagas financiadas pelo governo federal.

Até então, não havia a exigência de uma nota mínima na redação do Enem, era necessário apenas não ter zerado a prova, mesmo critério usado para seleção de estudantes para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferta vagas em universidades públicas, e para o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior.

Agora, além da nota mínima na redação, continua valendo a regra de nota média mínima de 450 pontos nas provas objetivas do Enem. Ficou também mais difícil mudar de curso dentro da instituição de ensino. Agora, para serem transferidos, os estudantes beneficiados pelo Fies precisam ter resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as mudanças foram feitas para garantir “a meritocracia como base para formar profissionais ainda mais qualificados”.

Redução de vagas

O comitê gestor aprovou também a possibilidade de redução das vagas mantidas pelo governo federal, ofertadas aos estudantes em condições socioeconômicas mais vulneráveis. As vagas poderão passar de 100 mil em 2020 para 54 mil em 2021 e 2022, caso não haja alteração nos parâmetros econômicos atuais. Segundo a pasta da Educação, os valores serão revistos a cada ano, “podendo voltar a 100 mil vagas caso haja alteração nessas variáveis ou aportes do MEC”.

Por outro lado, o comitê flexibilizou as regras do P-Fies, modalidade mantida por fundos constitucionais e de desenvolvimento e por bancos privados. Agora, para contratar essa modalidade, não será mais preciso ter feito o Enem e não há mais limite de renda. Além disso, será possível contratar esse financiamento durante todo o ano e não mais apenas nos processos seletivos do Fies.

O Fies oferece financiamento a estudantes de baixa renda em instituições particulares de ensino, a juros mais baixos que os de mercado. O programa, que chegou a firmar, em 2014 mais de 732 mil contratos, sofreu uma série de mudanças e enxugamentos. O programa foi dividido, em 2018 em Fies juro zero e P-Fies.

O Fies juro zero, financiado pelo governo federal, é voltado para alunos cuja renda familiar bruta mensal por pessoa não ultrapasse três salários mínimos. Já o P-Fies, que deixa de ter limitações, era voltado para estudantes cuja renda familiar bruta mensal por pessoa não excedesse cinco salários mínimos.

Inadimplência

Um dos principais motivos para as mudanças feitas nas regras do Fies, de acordo com gestões anteriores do MEC, é a alta inadimplência no programa, ou seja, estudantes que contratam o financiamento e não quitam as dívidas. O percentual de inadimplência registrado pelo programa chegou a atingir 50,1% de acordo com dados do MEC. Em 2016, o ônus fiscal do Fies foi de R$ 32 bilhões, valor 15 vezes superior ao custo apresentado em 2011.

O comitê gestor aprovou agora a possibilidade de cobrança judicial dos valores devidos. A judicialização poderá ser feita no caso dos contratos firmados até o segundo semestre de 2017 com dívida mínima de R$ 10 mil. O ajuizamento deverá ser feito após 360 dias de inadimplência na fase de amortização, ou seja, do pagamento em parcelas dos débitos.

Hoje, segundo a pasta, a cobrança de quaisquer valores é feita no âmbito administrativo. Pela resolução aprovada pelo comitê, só continua a se enquadrar nesse campo quem deve menos de R$ 10 mil. O devedor e os fiadores poderão ser acionados.

As medidas não foram bem aceitas por instituições de ensino privadas. Para o diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), Sólon Caldas, as mudanças “vão acabar de enterrar o programa”. Ele defende um modelo novo, que atenda à necessidade da sociedade e acrescenta: “O Fies precisa ser visto pelo governo como investimento na educação.”

De acordo com Caldas, os estudantes que cumprem os critérios socioeconômicos exigidos pelo Fies juro zero geralmente não atendem aos critérios de nota, gerando um “gargalo no programa”. Ele diz ainda que o P-Fies, contratado junto aos bancos, “não resolve o problema”.

(Agência Brasil)

Estado e prefeituras discutem parcerias e definem metas para 2020

Para definir projetos em comum e ampliar parcerias para o desenvolvimento do Estado, o governador do Pará, Helder Barbalho, se reuniu na terça-feira (17), com secretários de Estado e prefeitos, em um amplo debate e avaliação de ações já realizadas, além de estabelecer iniciativas para 2020. O prefeito Domingos Juvenil esteve no encontro, que ocorreu no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. Os participantes discutiram demandas sobre questões essenciais para o desenvolvimento de cada região, como a assinatura de convênios e execução de programas e projetos na área de geração de emprego e renda.

O governo do Estado compartilhou com os prefeitos suas principais diretrizes e mostrou como os municípios podem ser parceiros na construção de políticas públicas e definição de metas futuras.

Segundo o governador Helder Barbalho, o Estado necessita dessa aproximação com os municípios na busca pelo crescimento e melhorias de serviços públicos para a população. “Pregamos a necessidade da união de todos em favor do Estado. Esta união do governo estadual e governo federal, com cada um dos 144 municípios, é importante para que as políticas públicas cheguem de maneira qualificada, seja nas ações diretas do Estado, como nas ações dos municípios apoiadas pelo Estado, para que eles sejam capazes de oferecer serviços de qualidade, que é direito da população. E no encontro de hoje fazemos um balanço deste primeiro ano de trabalho, além de aprimorar essas ações, para que permitam absoluto entrosamento das gestões”, reiterou o governador.

Helder Barbalho enfatizou, ainda, a importância da geração de emprego e renda, que precisa ser ampliada no Estado. “Temos a única missão de servir à população do Estado através de obras, benefícios, serviços e políticas públicas, como geração de emprego, e estamos trazendo novos empreendimentos, novas indústrias, novas operações, para dinamizar a economia paraense”, afirmou o governador.

Prioridades 

Com a finalidade de integrar a gestão estadual com as prefeituras, a secretária de Estado de Planejamento e Administração, Hana Ghassan, destacou as ações e os investimentos priorizados pelo governo. “Fico feliz em participar deste momento, e ver essa integração do Estado com os prefeitos, já que muitos projetos prioritários para o Estado passam pelas prefeituras, como a redução da mortalidade materna, que é uma ação preventiva, pois o trabalho é feito de forma conjunta, Estado e municípios”, disse a secretária.

Na reunião de hoje, a ênfase foi dada a projetos prioritários para os municípios. Os investimentos são de grande volume, principalmente nas áreas de infraestrutura, logística e, especificamente, saneamento, “que é um ponto importante, além da educação e saúde, como a ampliação de leitos no Pará”, destacou Hana Ghassan.

 

Motorista perde controle e atinge vários veículos no Jardim Uirapuru

Um acidente na Alacid Nunes assustou alguns motoristas nesta quinta-feira (20). Três motos foram arrastadas por uma caminhonete que foi parar na garagem de um estabelecimento comercial. Com o impacto, as motos ficaram destruídas, além de um carro que teve a frente e a lateral amassadas. O acidente aconteceu por volta de 11h.

Segundo informações do motorista, ele descia avenida quando teria dado um problema na direção da caminhonete. Ele acabou atingindo um carro e três motocicletas que estavam estacionadas.

Por sorte ninguém se feriu, apenas danos materiais foram registrados. Os agentes do Departamento Municipal de Trânsito – Demutran, e a  Polícia Militar foram acionados e estiveram no local. As partes envolvidas conversaram, calcularam os prejuízos e entraram em acordo.

 

Criança morre atropelada ao atravessar estrada na Gleba Assurini

Uma criança de apenas 9 anos foi atropelada na tarde desta quinta-feira (20),  estrada da Gleba Assurini . Segundo informações, ela saiu de Altamira junto com a avó paterna e seguia para casa, que fica a 15 km do porto da balsa, em um carro de linha.

Ao chegar no o local o veículo parou na beira da estrada. O menino teria descido do carro e tentado atravessar a via quando foi atropelado por caminhonete que seguia sentido Altamira.  A criança foi Socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao chegar no Porto da balsa. O IML fez a remoção do corpo