Vereadora propõe aplicativo para monitoramento dos ônibus em Altamira

Durante a sessão ordinária os parlamentares abordaram a questão fundiária da região de Altamira que foi discutida na última segunda-feira (9) durante audiência com comitiva do governo federal. O presidente da câmara mostrou preocupação e encaminhará algumas recomendações ao governo para criação da superintendência do Incra no município.

Dentre os projetos apresentados durante a sessão, o vereador Maia Júnior propôs a construção de boxes no porto da balsa do Assurini para atender os trabalhadores autônomos do local.

A vereadora Irenilde Gomes, propôs à gestão municipal, a utilização de aplicativo de monitoramento dos ônibus coletivos da cidade. Ela diz que isso ajudará a população a saber, onde os veículos estão e se organizar para não perder a condução.

A sessão da câmara acontece toda terça-feira a partir das 18h30 e toda população pode acompanhar.

(Paulo Henrique Oliveira)

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Homem é flagrado ao invadir residência no Sudam I

Que um homem de 25 anos foi preso por entrar em uma residência no bairro Sudam I. Foi na madrugada desta quarta-feira (11), quando um dos moradores percebeu a presença de um estranho em casa.

Ao perceber que havia um homem dentro da casa a vítima começou a gritar. Os proprietários acordaram e se depararam com o suspeito que alegou estar à procura de outra pessoa, porém, ao ser flagrado, se recusou a sair da residência.

Com apoio de familiares que moravam na casa ao lado, conseguiram render o suspeito até a chegada da polícia. Na delegacia foi constatado que ele já teria passagem por receptação de motocicleta.

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Caminhonete e moto colidem na avenida João Rodrigues em Altamira

Uma moto e uma caminhonete colidiram na avenida João Rodrigues. O condutor da moto, que seguia na mesma avenida, sentido anel viário, ficou com a motocicleta em baixo do veículo. O acidente foi registrado durante a madrugada. O motorista do carro entrou em acordo e assumiu os prejuízos e despesas do acidente.

O condutor da moto sofreu lesão no joelho e foi levado pelo Samu para Unidade de Pronto Atendimento – UPA.

Somente nesta semana esse é o segundo acidente registrado na João Rodrigues. Na segunda-feira (9), no cruzamento com a rua Luíz Né, duas motos se chocaram, um dos condutores precisou ser atendido com suspeita de fratura na perna.

Segundo o Ministério da Saúde(DATASUS), foram 1.565 mortes no trânsito no Pará em 2015.

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Índice de radiação solar chega a 15 em Altamira; o seguro é até 2

Sol forte, calor, e sensação de clima abafado são características dos dias quentes e que muitas vezes provocam mal-estar. Mas todo esse calor nos alerta para a Radiação Ultravioleta (UV). Os índices tem se tornado alarmantes e por isso os cuidados com a exposição ao sol devem ser redobrados. Seja ao ar-livre, ou em ambiente fechados, é necessário atenção.

O índice ultravioleta (IUV) é um padrão internacional de medição da força de raios ultravioleta (UV) em um determinado lugar e tempo. Quanto maior for o índice, maior será a possibilidade do aparecimento de doenças e, consequentemente, são nesses períodos que a população deve tomar maior cuidado. Os números vão de 0 a 11+. Em Altamira, segundo as previsões do Clima Tempo, o índice nesta quarta-feira é de 15 UV, com previsão de alcançar o extremo de 16, nos próximos dias.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD, a exposição à radiação ultravioleta tem efeito cumulativo e os raios solares penetram profundamente na pele, podendo provocar diversas alterações, como o surgimento de pintas, sardas, manchas, rugas e outros problemas. A exposição solar em excesso também pode causar tumores benignos (não cancerosos) ou malignos, como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Na verdade, a maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso todo cuidado é pouco. Ao sair ao ar livre, procurar ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10 e 16 horas, quando a radiação UVB é mais intensa. Usar sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) 30 ou maior. Cobrir as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Óculos escuros também complementam as estratégias de proteção.

Confira os índices com as respectivas recomendações

ÍNDICE UV BAIXO
(até 2)
Nenhum perigo para a maioria das pessoas.
Utilize óculos de Sol em dias claros.
Recomenda-se o uso de proteção solar se você tiver a pele muito clara.
Tempo para a pele começar a queimar: 60 minutos

ÍNDICE UV MODERADO
(de 3 a 5)
Pequeno risco de queimadura se exposto ao Sol sem proteção.
Atenção com as crianças.
Utilize óculos de Sol e camisa UV, preferencialmente de manga longa.
Tempo para a pele começar a queimar: 45 minutos

ÍNDICE UV ALTO
(de 6 a 7)
Alto risco de queimadura se exposto ao Sol sem proteção.
Utilize óculos de Sol e camisa Extreme UV de manga longa.
No rosto é recomendado o uso de protetor solar.
Tempo para a pele começar a queimar: 30 minutos

ÍNDICE UV MUITO ALTO
(de 8 a 10)
Altíssimo risco de queimadura se exposto ao Sol sem proteção.
Utilize óculos de Sol e Extreme UV de manga longa.
Não é recomendada a exposição ao Sol por muito tempo.
Tempo para a pele começar a queimar: 15 à 25 minutos

ÍNDICE UV EXTREMO
(acima de 11)
Risco extremo de queimadura. A exposição ao Sol sem proteção se torna extremamente perigosa.
Tome todas as precauções incluindo utilizar óculos de Sol e camisa Extreme UV de manga longa.
Evite o Sol principalmente perto do meio dia.
Tempo para a pele começar a queimar: 10 minutos!

(Fonte: CPTEC / Monitor Global / WeatherOnline)

(Mayara Freire com informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia)

Governo consegue, pela primeira vez, exportação de carne paraense para a China

O governo do Estado e os produtores de carne bovina do Pará comemoram novas perspectivas para o setor depois de uma vitória no mercado internacional. Quatro frigoríficos paraenses receberam habilitação para exportar para o mercado chinês. O anúncio foi feito nesta terça-feira (10), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Um comunicado do GACC (órgão sanitário chinês) informou que 25 plantas frigoríficas brasileiras estão habilitadas a vender carne para o país asiático, entre elas estão o Frigorífico Rio Maria; que fica em Rio Maria; Master Boi Ltda, de São Geraldo do Araguaia; Frigol, em Água Azul do Norte; e o Mercúrio Alimentos, em Castanhal.

“Nunca o Estado do Pará tinha conquistado o mercado da China. Isso representa uma grande vitória, encabeçada pelo governador Helder Barbalho, que pensando no desenvolvimento do Pará, foi a Brasília, e apresentou esta demanda do setor produtivo agropecuário paraense à ministra da agricultura, Tereza Cristina”, destacou o secretário de Estado de desenvolvimento agropecuário e da pesca, Hugo Suenaga.

O secretário lembra que o encontro com a ministra foi no dia 10 de abril, um dia após o governador decretar a criação de um grupo de trabalho para realização de estudos e ações para o desenvolvimento da agropecuária paraense.

“A articulação política do governador foi primordial para que os frigoríficos paraenses fossem incluídos em uma lista de indústrias brasileiras que a ministra apresentou na China. Isso foi uma ótima estratégia do Estado”, disse Suenaga.

Para o presidente do Sindicarne, Daniel Freire, a abertura de mercados no exterior era um anseio antigo. “Nossa dificuldade para atingir o mercado da China não era falta de staff. Nós tínhamos critérios técnicos, nossas plantas são modernas, nossa carne é de qualidade. O que faltava era vontade política mesmo e, agora sim, encontramos um governador e um secretariado com esse compromisso para o desenvolvimento da região”.

Além da Sedap, o grupo de trabalho é composto pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), pela Secretaria de Desenvolvimento, Mineração e energia (Sedeme), pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), pela Secretaria da Fazenda (Sefa), Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup); Procuradoria Geral do Estado, Iterpa, Adepará e ainda entidades do setor como FAEPA, Acripará, Unierc e Sindicarne.

Fortalecimento do Campo – Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, os quatro frigoríficos representam quase 2 mil empregos diretos e 6 mil indiretos. A comercialização de carne no mercado internacional mantém o setor e, consequentemente, o mercado interno e os empregos gerados pela atividade.

“Com a queda no consumo de carne no Brasil, o setor precisa se expandir para novos mercados e manter a produção. A China é altamente qualificada e consumidora. Isso vai agregar valor à carne paraense e verticalizar a pecuária no Estado”, enfatiza o titular da Sedap.

Só a Indústria Mercúrio Ltda, que fica em Castanhal gera, atualmente, 522 empregos diretos e mais de 1,5 mil indiretos. Isso com apenas 20% da produção da empresa para o mercado internacional (geralmente do Oriente médio). Agora a exportação do frigorífico pode chegar até 40%.

“A perspectiva é de ampliação da produção internacional com o mercado chinês e, em breve, mercados dos EUA, Europa e Japão. Isso amplia nossa capacidade produtiva e a geração de empregos. Além disso, mais modernização para o setor”, disse Daniel.

Segundo o presidente do Sindicarne, outra demanda da cadeia produtiva que o governo atendeu foi a liberação de licenciamentos operacionais que estavam pendentes. No Pará, existem 38 indústrias frigoríficas, 16 delas passam por inspeção sanitária estadual. Desde 2011, a maioria aguardava renovação da LO, o que dificultava o crescimento das empresas e ameaçava a geração de empregos no setor.

“As licenças que estavam pendentes foram tratadas com bastante atenção pelo atual governo. A semas fez uma força tarefa para avaliar todas elas e fazer a liberação à tempo. Sem essa licença ambiental, os bancos não financiam as empresas”, finalizou o presidente do Sindicarne.

(Agência Pará)

MPF recomenda apoio da PM em ações de fiscalização ambiental

O Ministério Público Federal (MPF) enviou recomendação à Secretaria de Segurança Pública do Pará e ao Comando da Polícia Militar (PM) do Estado para que autorizem o acompanhamento e apoio da PM para “ações de fiscalização ambiental promovidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e outros entes dotados de poder de polícia ambiental”, sem necessidade de convênios e garantindo a realização de ações integradas entre órgãos municipais, estaduais e federais para combater o desmatamento e outros crimes ambientais em território paraense.

A recomendação é resultado da apuração, iniciada em agosto passado, de denúncias de que a PM estava recusando dar apoio a equipes de fiscalização ambiental de órgãos federais. A investigação do MPF, após receber informações de todos os órgãos envolvidos, concluiu que o acompanhamento estava sendo recusado, com base em suposta “ausência de previsão legal” e na necessidade de convênios de cooperação entre as instituições públicas.

Na recomendação, o MPF esclarece que existe previsão legal e que não são necessários convênios para que o apoio seja assegurado. O texto lembra que a proteção do meio ambiente é uma competência constitucional comum de todos os entes federativos, União, estados e municípios e que existe uma lei complementar fixando normas para a cooperação em ações administrativas para proteção de paisagens naturais notáveis, proteção ambiental, combate à poluição em qualquer de suas formas e preservação das florestas, da fauna e da flora (Lei Complementar 140/2011).

A investigação do MPF começou após denúncias na imprensa de que a presença de policiais militares não estava sendo autorizada em operações de fiscalização do Ibama contra crimes ambientais. Questionado, o Ibama confirmou que não havia mais suporte da PM do Pará e que o motivo era o entendimento de falta de amparo legal. O órgão recebeu ofícios da PM em que o apoio era expressamente recusado por falta de amparo legal e pela necessidade de um convênio de cooperação. A conclusão do MPF é de que não existe o apoio desde maio de 2019.

A recomendação do MPF afirma que, “não fosse a negativa da PM de suporte ao Ibama, o evento que ficou mundialmente conhecido como ‘dia do fogo’ poderia ter sido minorado ou até mesmo evitado, além de diversas outras situações de riscos e de afetação direta à integridade da biodiversidade do País”. As autoridades destinatárias da recomendação têm prazo de dez dias úteis para respondê-la, contados a partir da data do recebimento. “A omissão na adoção das medidas recomendadas poderá implicar o manejo das medidas administrativas e ações judiciais cabíveis”, conclui o documento.

Confira a íntegra da recomendação

(Assessoria MPF)]

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“É o presidente que decide”, diz Mourão sobre novo imposto

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou hoje (10) que Jair Bolsonaro é quem vai tomar a decisão sobre a proposta de um novo imposto sobre transações financeiras, que vem sendo comparado à antiga Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), criada no governo de Fernando Henrique Cardoso e posteriormente extinta.

“É uma ideia que o governo tem, eu conversei com o professor Marcos Cintra [secretário especial da Receita Federal], mas não foi apresentado ao presidente ainda, e quem decide é o presidente”, disse Mourão

Se a ideia for acolhida por Bolsonaro, o novo imposto seria incluído no projeto de reforma tributária que o governo encaminhará em breve ao Congresso Nacional. Como contrapartida, seria proposta a redução na tributação sobre a folha de pagamentos, como forma de estimular maior geração de empregos, já que as contratações poderiam ser barateadas. Apesar de ter registrado queda nos últimos meses, a taxa de desemprego no Brasil ainda é de 11,8%, atingindo cerca de 12,6 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Orçamento
Hamilton Mourão também comentou os impactos da redução do orçamento para 2020. Segundo ele, apesar da redução, haverá maior previsibilidade de recursos. “Ano que vem não haverá contingenciamento porque o financeiro vai acompanhar a dotação. Nós vamos ter menos recursos, mas a gente já sabe que, desde o começo do ano, vai ter aquele recurso”, disse.

Para Mourão, o país viverá dois anos de ajuste fiscal para organizar as contas públicas. “Esses dois primeiros anos de governo é para reorganizar a crise fiscal que o Brasil passa. Essa crise, ela tem características muito claras, porque nós temos uma quantidade de despesa obrigatória muito grande e a gente tem que tentar reverter isso daí”, acrescentou.

Gripen
O vice-presidente, que comanda o governo até a próxima quinta (12), também comentou a entrega, hoje, do primeiro dos 36 caças Gripen comprados pelo governo brasileiro em 2014 para reequipar a frota da Aeronáutica. As aerovanes foram adquiridas da empresa sueca Saab e contam com uma parceria de transferência de tecnologia entre os dois países.

“É um modelo que tem características nossas, que nós colocamos, inclusive com isso os suecos também evoluíram um modelo deles. É um modelo para dois pilotos, esse modelo F, que vai o piloto e o bombardeiro, então é um grande avanço para a nossa Força Aérea”, disse.

(Agência Brasil)

Conheça um pouco sobre os carpinteiros navais de Altamira

Uma profissão passada de pai pra filho, assim Aldo Viana aprendeu um trabalho pouco conhecido, a de carpinteiro naval. Da profissão ele tira o sustento da família.

Com mais 22 associados, ele trabalha no centro náutico de Altamira. No local embarcações velhas se transformam em novas. Os carpinteiros navais são detalhistas.

O “Tapioca”, como é conhecido o Lindomar da Silva, mostra como funciona o trabalho. Dezenas de embarcações a espera de um reparo. Os carpinteiros atuam somente com a mão de obra.

Embarcações de todos os tamanhos: pequenas, médias e grandes. Todas vão para esse espaço que fica à margem do rio Xingu. Lá os profissionais recuperam e constroem todos os tipos de transporte aquático conforme solicitado pelos proprietários.

Alguns barcos chegam após tragédias. Com 35 anos de experiência, Aldo conta que uma das embarcações foi parar no fundo do rio. Um trabalho herdado de geração para geração que faz os povos de Altamira se encontrarem através do Xingu.

Veja a reportagem completa.

(Denilton Resque)

Mega-Sena acumula em R$ 90 milhões; sorteio será hoje

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.186 da Mega-Sena, realizado na noite desta segunda (9) em São Paulo, e o prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 12 – 18 – 19 – 27 – 41 – 46.

A quina teve 131 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 39.638,11. Já a quadra teve 11.409 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 650,18.

A estimativa de prêmio do próximo concurso, a ser realizado na quarta (11), é de R$ 90 milhões segundo a Caixa Econômica Federal.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.