Pedestres pedem sinalização no bairro Mutirão

O bairro Mutirão interliga os bairros Jardim França, RUC Jatobá e Água Azul e, também o Paixão de Cristo, a principal rua é bastante movimentada. A faixa de pedestre que tem nesse trecho, deveria facilitar a travessia, mas não é o que acontece na prática.

Avisibilidade da faixa é pouca. E também não há placas de sinalização. A dona de casa Kamila Mininéia sempre passa com a filha nesse perímetro, ela conta que no local já aconteceram vários acidentes, e que é preciso se arriscar, para conseguir atravessar a via. Ela acredita que se a pintura da faixa fosse reforçada, acidentes seriam evitados e a sinalização respeitada.

Em nota, o Departamento Municipal de Trânsito – Demutran, informou que já está ciente da situação e que irá incluir a sinalização do local no cronograma de trabalho do departamento ainda este ano.

(Karine Weil)

Veja reportagem completa.

Ex-prefeito de Tucuruí é condenado por improbidade

A Justiça Federal condenou o ex-prefeito de Tucuruí, Sancler Antônio Wanderley Ferrerira por atos de improbidade administrativa. As informações foram divulgadas pela Justiça Federal nesta terça-feira (10).

O ex-prefeito é acusado de malversação de recursos federais repassados pelo Fundo Nacional de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) no período em que foi prefeito do município, entre 2009 e 2015.

Além do ex-prefeito, foram condenados também a ex-secretária de Educação de Tucuruí, Merivani Ferreira Pereira, o empresário Sidcley Albuquerque de Freitas e as empresas S.A de Freitas e Freitas Construções e Comércio.

De acordo com a sentença, parte da verba destinada pelo Fundeb foi empregada na contratação de locação de embarcações para o transporte de alunos das escolas da região. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os barcos utilizados estavam inadequados para o transporte de pessoas: não havia kit de primeiros socorros, os condutores das embarcações não eram habilitados e o limiar auditivo estava além da capacidade humana.

O ex-prefeito, a ex-secretária e o empresário foram condenados a pagar multa civil no valor de R$1.659.262,50, além de terem seus direitos políticos suspensos por sete anos e serem proibidos de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.

(G1)

UFPA abre inscrições para Professor Substituto em Altamira

A Universidade Federal do Pará (UFPA), divulgou o edital n. 288/2019 que busca preencher uma vaga temporária em cargo de Professor Substituto para disciplina de Geografia Física e Geotecnologia para o campus de Altamira. A função exige graduação em geografia (licenciatura e/ou bacharelado) ou engenharia florestal ou geologia ou geoprocessamento, com pós-graduação (stricto sensu ou lato sensu).

O rendimento será de R$ 3.130,85 para graduação, R$ 3.600,48 para graduação com especialização, R$ 4.304,92 para graduação com mestrado e de R$ 5.831,21 para graduação com doutorado. A Universidade oferece ainda auxílio alimentação no valor mensal de R$ 458,00.

Os candidatos podem se inscrever entre os dias 04 e 17 de setembro de 2019, das 9h às 12h e das 14h às 17h na Secretária da Faculdade de Geografia do Campus Universitário de Altamira, que fica na Rua Coronel José Porfírio, nº 2515, Bairro São Sebastião, em Altamira-PA. Não haverá pagamento da taxa de inscrição.

Provas

A seleção dos profissionais será feita por meio de prova escrita eliminatória e classificatória e prova didática. As provas serão realizadas em dia, hora e locais a serem ainda divulgados.

A prova escrita versará sobre item sorteado de uma lista contida no plano de processo seletivo, de no mínimo dez e máximo de quinze itens relacionados ao tema e aos conteúdos referidos no edital e terá a duração máxima de quatro horas para sua execução.

Os temas para as provas escrita e didática, as referências bibliográficas (se aplicável) e as demais datas das etapas do processo seletivo, serão informados no ato da inscrição.

Caminhão tomba na saída da balsa em Altamira

Um caminhão carregado com sete toras de madeira tombou na saída da balsa para a Gleba Assurini, no porto de Altamira. O Acidente aconteceu na tarde desta terça-feira (10). Ninguém ficou ferido.

O veículo estava saindo do transporte quando, segundo o motorista, houve um problema elétrico no caminhão. Para não bater na balsa ele desviou e acabou tombando. Uma motocicleta que estava estacionada no local foi atingida e teve perda total.

As madeiras são de apreensões do Ibama na região, e como foram doadas estavam sendo levadas ao Centro de Recuperação Regional de Altamira – CRRA. O Departamento Municipal de Trânsito – Demutran, esteve no local. As travessias seguem normalmente.

(Mayara Freire/Karine Weil)

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Conheça a história de Joelma Kláudia, cantora é filha de Altamira

Filha de garimpeiro, a altamirense Joelma Kláudia é dona de uma voz encantadora. A paixão pela música começou quando ela ainda morava no garimpo e cantava com as lavadeiras às margens do rio Xingu. Mas, a menina cheia de sonhos viu sua vida mudar, superou desafios, enfrentou a perda dos pais e trilhou seu caminho sozinha. “Depois cada um Deus foi levando e fui ficando órfã, quase virei uma moradora de rua. Todo mundo partiu, todos que poderiam ser base, ser força, não estavam nesse plano. Foi a música, a arte que me tirou da rua”, conta.

E foi a música que resgatou Joelma. A ribeirinha decidiu acreditar no sonho. Ela é autêntica, alegre e dona de um carisma incrível. A artista venceu barreiras e foi em busca de oportunidades. “Eu sempre pensava ali, eu vou ser uma cantora. E esse sonho antigo me resgatou da rua. Foi o que me tirou de uma situação que não é nem de abandono, é de não ter mesmo estrutura. Ninguém estava vivo e eu não tinha a quem recorrer. Então, eu recorri a arte. A arte foi a ferramenta que me trouxe dignidade, que me trouxe meus dois filhos de volta. Se hoje eu tenho uma casa própria eu devo a arte. Claro que a gente também tem que decidir dar certo. Eu sou uma das pessoas nesse Brasil que tinha tudo pra dar errado, mas que resolver dar certo”, declara.

E foi então que a altamirense resolveu arregaçar as mangas e sair Brasil a fora mostrando o seu potencial e talento. Hoje, com mais 15 anos de carreira, ela já tem CD, DVD e clipes gravados. Ela é também idealizadora de projetos culturais voltados para Altamira, como o Festival Canção da Transamazônica que chega à sua 5ª edição e promete trazer grandes novidades para a cidade.

Joelma é uma mulher que transborda alegria e inspiração. Orgulhosa do lugar onde nasceu, ela faz questão de valorizar as riquezas da nossa região em seus clipes e de levar para o mundo o lado bom de Altamira.

(Karine Weil)

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Congelamento de recursos da educação afeta bolsas da UEPA

Com o anúncio do congelamento de 5.613 bolsas de pós-graduação stricto sensu no país a partir deste mês, pela coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior, vinculada ao ministério da educação (mec), um total de 67 bolsas de mestrado da Universidade do Estado do Pará (Uepa) devem ser cortadas a médio prazo. a perda deve ser de 100% na medida em que os pesquisadores forem se formando.

Todas as bolsas que seriam concedidas até o fim do ano estão suspensas. A bolsa representa, o salário do aluno. No anúncio oficial, a capes afirmou que, a partir da ação de congelamento, a parcela principal dos benefícios foi preservada, assegurando o pagamento apenas de todas as bolsas ativas.

Autoridades públicas começam a regular Internet das Coisas

A medida que crescem a adoção e a importância da chamada Internet das Coisas, o tema também desperta interesse e chama a atenção de autoridades públicas, de governos a agências reguladoras, passando pelo Parlamento.

Após o anúncio do Plano Nacional de Internet das Coisas pelo governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está com consulta pública aberta para ouvir a sociedade sobre quais regras devem incidir sobre esse sistema de tecnologias.

O termo Internet das Coisas (IdC, ou IoT na sigla em inglês) vem sendo adotado nos últimos anos para designar um ecossistema em que não apenas pessoas estão conectadas por meios de seus computadores e smartphones, mas também dispositivos estão interligados entre si, com usuários e com sistemas complexos de coleta, processamento de dados e aplicações de diversos tipos. Saiba mais.

Segundo o gerente de programas para software e soluções na nuvem para América Latina da consultoria global IDC, Pietro Dalai, o Brasil ainda está bem atrás de outras nações, embora numa posição boa na região, consolidando-se como o mercado mais expressivo. A IDC estima que o volume de recursos movimentado pelo ecossistema, considerando todas as fases da cadeia de valor, deve chegar neste ano a R$ 38 bilhões.

“O plano nacional de Internet das Coisas da China foi publicado 7 ou 8 anos atrás. O nosso estamos publicando agora. Mas em termos de implementação na América Latina a gente está bem. Temos uma infraestrutura de Tecnologia da Informação no país que já tem condições de suportar projetos de Internet das Coisas”, avalia o gerente da consultoria IDC.

Regulação

Parte importante das regras deste novo segmento será definida na consulta pública da Anatel, aberta no início de agosto. A sondagem visa “diminuir barreiras à expansão das aplicações baseadas em internet das coisas e em comunicação máquina a máquina”. Os interessados podem fazer contribuições por meio do site da Anatel até o dia 17 de setembro.

De acordo com o documento de explicação da consulta, um dos seus intuitos é avaliar se os modelos de negócio relacionados à IdC “podem ser abarcados na regulamentação atual” e como poderiam ser enquadrados do ponto de vista das regras vigentes. O debate inclui a reflexão se os serviços existentes – em geral previstos para a relação entre pessoas e máquinas – seriam adequados para comunicações entre equipamentos.

Entre as normas existentes atualmente, há aspectos acerca de exigência mínima de qualidade do serviço, obrigações relacionadas aos direitos do consumidor e formas de prestação do serviço. A Anatel quer saber se há necessidade de flexibilizar esses dispositivos, e de que forma. Entre os requisitos legais em avaliação na consulta, entram também as taxas e os tributos incidentes sobre o setor. Atualmente, a Anatel cobra um valor por aparelho. A consulta problematiza se este é o melhor modelo, dado o fato de que os equipamentos são menores do que smartphones ou computadores.

“Surge a incerteza se seria plausível manter o valor atual fixado para a TFI [Taxa de Fiscalização de Instalação] e TFF [Taxa de Fiscalização de Funcionamento] decorrentes de licenciamento das estações e se tais valores poderiam ser um empecilho”, pondera o documento da consulta. O texto também cogita estabelecer condições diferenciadas a depender do serviço e da empresa prestando.

Plano Nacional

As regras específicas em debate na Anatel estão relacionadas a diretrizes mais gerais definidas no Plano Nacional de Internet das Coisas (Decreto nº 9854 de 2019), anunciado em junho deste ano. Os resultados a serem perseguidos a capacitação profissional relacionada a essas tecnologias, a promoção da competitividade e da produtividade em empresas atuando no desenvolvimento de produtos e serviços de IdC e o fomento de uma maior inserção internacional do Brasil em relação a este tema.

Caberá ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) decidir as áreas prioritárias que receberão mais atenção e incentivos. Mas o decreto já elenca algumas: saúde, cidades, indústrias e atividades rurais. A seleção dessas áreas será realizada a partir de critérios de “oferta, demanda e capacidade de desenvolvimento local”. O Plano Nacional de IdC prevê a criação de projetos de fomento à implantação dessas inovações, como a criação de centros de competência para tecnologias inovadoras em IdC e um observatório nacional com foco no monitoramento do progresso da transformação digital no país, incluindo as políticas públicas voltadas a esse processo.

De acordo com o secretário de empreendedorismo e inovação do MCTIC, Paulo Alvim, já há duas câmaras funcionando para pensar ações específicas em dois temas: indústria e agricultura. Ele destaca que um dos grandes desafios é a qualificação da força de trabalho, uma vez que a adoção dessas tecnologias implica novos conhecimentos.

“Estamos mobilizando redes do Ministério da Educação e Sistema S [Sebrae, Sesc, Senac, Senai, Sesi…] no sentido de prontamente oferecer formação porque são empregos do futuro. Já tem um curso do Senai gratuito sobre o tema. Esta questão se tornou estratégica e estamos falando de setor que tem vagas mas não tem gente qualificada para ocupá-las. Temos que acelerar isso”, ressalta o secretário.

Na opinião do advogado especialista em direito digital e autor de livro Internet das Coisas, Eduardo Magrani, o plano tem um foco maior na dimensão comercial do tema, não tocando em aspectos importantes relacionados aos impactos desses novos dispositivos na sociedade, como a garantia de direitos e os riscos do ponto de vista ético. Segundo ele, o direito não está preparado ainda para o ambiente da IdC, cujas aplicações são feitas a partir de algoritmos e soluções baseadas em inteligência artificial.

“O plano de IdC não olha para essa nova era das coisas inteligentes, que agem retirando a autonomia do cidadão neste mundo hiperconectado. Problemas sérios de cibersegurança onde nem os fabricantes têm preocupação com segurança ou privacidade. Precisamos de barreiras mais fortes para que os padrões sejam altos. Neste universo, é importante garantir valores humanos na fase do design tecnológico, garantindo valores como privacidade e ética”, defende o advogado.

No Congresso Nacional

O tema da IdC também passou a ser objeto de iniciativas no Parlamento. O Projeto de Lei No 7657 de 2019, de Vitor Lippi (PSDB-SP), propõe zerar taxas de “estações móveis de serviços de telecomunicações que integram sistemas de comunicação máquina a máquina”, termo técnico para designar equipamentos relacionados ao ecossistema de IdC.

Em maio deste ano, a Comissão de Tributação e Finanças da Câmara dos Deputados aprovou relatório do deputado Eduardo Cury (PSDB-SP), que reforça a isenção da Taxa de Fiscalização de Instalação (TFI) e da Taxa de Fiscalização de Funcionamento (TFF), bem como as contribuições para o fomento da radiodifusão pública e desenvolvimento da indústria cinematográfica. Além disso, a redação desobriga a necessidade de licenciamento prévio.

Até o momento da publicação desta reportagem, a matéria estava em análise pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Como tramita em caráter terminativo, se for aprovada nesta comissão, deve ser encaminhada ao Senado Federal para apara ser apreciada pelos parlamentares.

(Agência Brasil)

Altamira ganha Escola Indústria De Chocolate

Ele se tornou mania no mundo todo e tem muita gente viciada nele, o chocolate. E agora, Altamira contará com cursos de capacitação gratuitos, voltados para produtores rurais e também comunidade em geral que querem aprender a fabricar chocolate. A Escola Indústria de Chocolate é um projeto do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar, em parceria com a Ceplac e o governo do estado.

A inauguração contou com a presença de autoridades do governo federal e estadual, além de representantes de entidades. Serão 80 horas de curso, que dará oportunidades de aprendizagem e geração de emprego e renda. Luciano Murakami é coordenador do projeto e quem irá capacitar e ensinar o passo a passo do processo de transformação das amêndoas em chocolate.

O núcleo regional da transamazônica do Senar, atende 10 municípios da região e sempre oferta cursos de capacitação. A Escola Indústria surge com o intuito de capacitar os produtores, verticalizando a produção de cacau na região.

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