Dupla é presa em terreno abandonado em Altamira

A polícia militar prendeu dois homens em um terreno abandonado, no Sudam II. A polícia chegou nos suspeitos após denúncias anônimas. Após fazer uma ronda pelo local os policiais encontraram a dupla com uma bolsa cheia de produtos roubados. Eles estavam com DVD, chapinha, secador, joias e outros objetos.

Os dois foram ouvidos e ficarão à disposição da justiça.

Secretário de educação visita escolas da zona rural de Altamira

Em visita as escolas da zona rural, o secretário municipal de Educação de Altamira, Roni Heck e a equipe da SEMED, foram até a Gleba Assurini na manhã da última quarta-feira (28).

Na EMEF Itapuama puderam assistir a uma apresentação de trabalhos de alunos do 8º e 9º ano, assim como ver o andamento das obras do anexo do polo Nova Vida que está sendo construído.

Na região das 4 bocas, a EMEF passa por reforma e ampliação, com a construção de mais quatro salas e banheiros. O secretário esteve também na escola da comunidade Cajueiro e garantiu que uma reforma será realizada na infraestrutura da instituição de ensino.

Por último, houve a visita na escola Lages do Xingu em que a comunidade foi ouvida e fez algumas observações referente à alimentos perecíveis da merenda escolar.
(Assessoria)

Eduardo Costa revela que teve prejuízo de 5 milhões por apoiar Bolsonaro

O cantor Eduardo Costa revelou que teve um prejuízo milionário por declarar apoio a Jair Bolsonaro durante as eleições de 2018. Em entrevista a Leo Dias, do UOL, o músico afirma que tem convicção que não errou ao apoiar o então candidato, e que se sente confiante, no entanto, isso abalou a sua carreira.

“Perdi muito show. Tomei um prejuízo com o Bolsonaro de quase R$ 5 milhões só pelas coisas que eu falei na época. Eu fazia cerca de 145 a 150 shows por mês. No ano passado, fiz só 90”, contou Eduardo Costa ao jornalista.

Ele tem opinião contundente sobre (quase) tudo. E isso pode custar caro, especialmente quando se é um artista.

Mas o cantor Eduardo Costa está disposto a pagar tostão por tostão o preço por suas palavras.

Ele também não se esquivou de assuntos como a briga pública com a apresentadora Fernanda Lima, que acabou lhe rendendo um processo judicial que pode chegar a R$ 200 mil de indenização.

Operação na região desmonta esquema de desmatamento

A operação foi montada no início da madrugada de quarta-feira (28). Uma equipe de plantão da Polícia Civil do município de Uruará esteve em uma área da rodovia Transamazônica. Os policiais conseguiram apreender dois caminhões com toras de madeiras retiradas da floresta.

Os veículos apreendidos estavam sem licenciamento para os transportes da madeira. Ao serem questionados sobre o material apreendidos os motoristas não apresentaram documentação. Eles foram conduzidos à delegacia e vão ser processados por crime ambiental. A madeira apreendida foi apresentada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Uruará.

Assista ao vídeo

Polícia identifica fazendeiros suspeitos de provocar queimadas no Pará

A Polícia Civil identificou três suspeitos de provocar queimadas em uma área de floresta nativa no sudeste do Pará. Nesta quinta-feira (29), policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa deles em Redenção. O trio é formado por dois irmãos donos da fazenda Ouro Verde, em São Félix do Xingu, e mais o gerente da propriedade. A fazenda fica localizada dentro da Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu.

De acordo com as investigações, eles são responsáveis pela queimada de uma área de mais de 5 mil hectares de floresta em área de reserva ambiental. Durante as buscas foram apreendidos vários documentos, celulares e munições. Os suspeitos não foram encontrados e são considerados foragidos.

Segundo a Polícia Civil, equipes fazem buscas na fazenda e em outras propriedades dos investigados, localizadas no estado de Goiás.

Inquérito

Os mandados são parte da investigação da Polícia Civil que investiga os indícios de prática de incêndio criminoso nas regiões de Novo Progresso e São Félix do Xingu, sudoeste e sudeste do Estado.

Duas forças-tarefas foram enviadas para os municípios para dar início às investigações. Ainda na quarta-feira (28), os agentes ouviram depoimentos dos militares das forças armadas e servidores envolvidos na ação em combate ao desmatamento e queimadas no Pará.

“As pessoas que foram encontradas pelos profissionais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas) e pelo Ibama já têm um indicativo de quem são os autores, agora vamos só para confirmar esses dados através dos depoimentos”, declarou o delegado José Carlos Rodrigues

Todos os autores identificados serão enquadrados na lei de crimes ambientais, e podem responder por crimes contra a flora, fauna, desmatamento, provocação de incêndio e demais crimes, segundo os artigos 41 e 50 da lei 9.605 de crimes ambientais.

Ações de combate a incêndios no Pará
O Exército Brasileiro iniciou nesta quarta-feira (28) o combate efetivo a focos de incêndios florestais nos municípios de Altamira, Marabá e áreas adjacentes. De acordo com o Exército, cerca de 100 militares estão sendo empregados na operação. O Exército vai atuar em áreas de preservação atingidas pelas queimadas.

Ainda segundo o Exército, a ação no estado faz parte da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), na última sexta-feira (23), com objetivo de controlar as queimadas na Amazônia.

Até a última terça-feira (27), militares do Exército realizaram o reconhecimento terrestre e fluvial em áreas atingidas por incêndios no Pará. A ação ocorre no eixo Belém – Marabá – Altamira, São Félix do Xingu, e Novo Progresso.

A Polícia Civil do Pará também mandou duas equipes investigarem a denúncia de que produtores rurais teriam se organizado para promover queimadas há duas semanas, em um evento batizado de Dia do Fogo. A Polícia Federal também apura o caso.

(g1)

Massacre em presídio de Altamira completa um mês

29 de agosto e completa 1 mês do massacre que terminou na morte de 62 detentos do Centro de Recuperação Regional de Altamira – CRRA. Destes, 4 foram mortos no caminhão -cela que seguia com os detentos transferidos para Belém. Relembre um dos episódios mais sangrentos da história de Altamira.
Dos 58 mortos dentro do CRRA, dezesseis foram decapitados, o restante morreu por asfixia da fumaça gerada pelo incêndio nas celas, segundo o Centro de Perícias Renato Chaves.

Após repercussão nacional e até internacional, o Governo do Estado através da Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará – Susipe, anunciou medidas para episódios como esse não aconteçam mais nas unidades penais.

Agentes da força tarefa de intervenção penitenciária do Governo Federal foram enviados ao Pará, após o governador Helder Barbalho solicitar apoio ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Eles cieram para dar suporte aos servidores dentro dos presídios paraenses.

120 agentes executaram treinamentos aos novos concursados da Susipe. Após decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, na última terça-feira (27), foi prorrogado por mais 60 a permanência no Pará dos profissionais.

O que mudou um mês depois

Foi quase um mês sem informações sobre a situação dos detentos após a o confronto de facções. Parentes e advogados dos presos foram impedidos de ter qualquer tipo de contato.

Enquanto familiares de presos custodiados em Altamira voltam a ter contato com eles, os parentes dos detentos transferidos para Belém continuam sem notícias.

A irmã de um dos 58 mortos durante o confronto diz que nada mudou desde então. A família não recebe nenhum tipo de acompanhamento, nem mesmo tiveram acesso ao exame de DNA para saber se enterraram a pessoa certa, pois o irmão morreu carbonizado.

Mães, irmãos, esposas e filhos de detentos carregam a dor da perda e culpam o sistema penitenciário pelo ocorrido, pois segundo eles, os detentos tentaram avisar que o massacre aconteceria e já estaria sendo planejado há pelo menos um mês.

Confira reportagem completa

Governo suspende a prática de queimadas em todo o país por 60 dias

As queimadas estão proibidas em todo o país durante o período de 60 dias, a partir de hoje (29). Decreto determinando a suspensão da permissão do uso de fogo nesse processo está publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

A medida não se aplica em casos como de controle fitossanitário, desde que seja autorizado pelo órgão ambiental competente; nas práticas de prevenção e combate a incêndios; e nas práticas de agricultura de subsistência das populações tradicionais e indígenas.

Operação Verde Brasil

A Operação Verde Brasil, que reuniu várias agências em torno do combate aos incêndios na Amazônia Legal, registrou diminuição nos focos de incêndio nos últimos dias. Embora ainda não haja confirmação de tendência de extinção do fogo nos próximos dias, a avaliação do governo até o momento é positiva.

“A avaliação é positiva. Com os parâmetros do Censipam [Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia], vimos que os focos de incêndio diminuíram bastante”, disse o vice-almirante Ralph Dias da Silveira, subchefe de operações do Estado-Maior das Forças Armadas, em entrevista à imprensa nessa terça-feira (28).

Segundo os dados do Censipam, havia focos de incêndio espalhados e mais intensos, principalmente, em Rondônia, Amapá, Pará e Maranhão entre os dias 25 e 26 de agosto. Na medição realizada entre os dias 26 e 27 de agosto, o mapa de focos de calor mostrou redução, principalmente em Rondônia, onde houve emprego de reforço no efetivo para combate ao fogo.

Combate às queimadas

Na última sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro autorizou o uso das Forças Armadas no combate aos incêndios na região. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) vale para áreas de fronteira, terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental e outras áreas da Amazônia Legal.

O efetivo empregado na Amazônia Legal, entre militares e brigadistas, é de 3.912 pessoas, além de 205 viaturas. O Brasil também recebeu ofertas de ajuda internacional. Dentre elas, o Chile ofereceu equipes especializadas e três aviões com capacidade de armazenar 3 mil litros de água e os Estados Unidos duas aeronaves para combate a incêndio.

Israel ofereceu 100 metros cúbicos (m³) de agente químico retardante de chamas e o Equador disponibilizou três brigadas com especialistas em combate a incêndios florestais. A ajuda internacional ainda não foi posta em prática, o que deve ocorrer, segundo Ralph Dias da Silveira, em breve.

(Agência Brasil)

Governo lança hoje projeto para combater crimes violentos

O Projeto em Frente Brasil, com objetivo de combater a criminalidade violenta nas cidades com maiores índices de homicídios, será lançado hoje (29), às 14h, no Palácio do Planalto, em cerimônia com a presença do presidente da República Jair Bolsolnaro.

Nesta quinta-feira, o Diário Oficial da União publica portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública que implementa a fase 1 do projeto nos municípios de Ananindeua (PA), Goiânia (GO), Paulista (PE), Cariacica (ES) e São José dos Pinhais (PR).

O documento institui também o Gabinete de Governança das Forças-Tarefas (GGA/FT), com as funções de avaliar, direcionar e monitorar as ações da fase 1, tendo na coordenação o ministro da Justiça e Segurança Pública.

O GGA/FT é formado pelo ministro da Justiça; secretário-executivo do ministério; secretário Nacional de Segurança Pública; secretário de Operações Integradas; diretor-geral da Polícia Federal; diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal ; e diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional.

(Agência Brasil)

Exército inicia atuação em Altamira e região para identificar autores de queimadas

Após o decreto presidencial de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), o exército brasileiro iniciou, nesta quarta-feira (28) a operação Verde Brasil, o objetivo principal da ação é voltado para o combate aos incêndios e crimes ambientais na Amazônia. A operação conta com apoio da Força Aérea e Marinha do Brasil e das secretarias de meio ambiente estadual e municipal.

Mais de 2.600 homens estão trabalhando nessa área. Polícia federal, militar e civil também está atuando na operação. Entre as ações previstas, destacam-se os reconhecimentos e apoios aéreo, terrestre e fluvial, ações de educação ambiental. “Nós estamos com tropa em toda área, então nos temos tropa em Nova Progresso, Itaituba, São Felix do Xingu, Anapu, em todos locais estamos lançando tropa. A nossa missão oficial é identificar o inimigo e eliminar o inimigo”, declarou o comandante Anísio David.

350 militares do 51º Batalhão de Infantaria e Selva estão recebendo capacitação do nono grupamento bombeiro militar para ajudar no combate às queimadas na região.