Mandante do assassinato de Dorothy Stang é transferido para hospital

O fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, de 48 anos, conhecido como “Taradão”, condenado como mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang e cumprindo pena no Centro de Recuperação Regional de Altamira desde o dia 16 de abril deste ano, foi transferido ontem para um hospital particular em Altamira, no Pará.

De acordo com a Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe), Regivaldo vinha sendo atendido na Unidade de Saúde Penitenciária devido uma ferida infeccionada na região tíbia. Mas, com agravamento da infecção, com o preso apresentando quadro de febre, foi necessária a transferência hospitalar.

A Susipe informou que Regivaldo foi conduzido sob escolta policial para o Hospital Santo Agostinho. “Não há informações sobre como o condenado adquiriu a ferida, pois o mesmo só informou a direção da unidade quando já apresentava estágio avançado de infecção”, diz o órgão.

A missionária Dorothy Stang foi assassinada em fevereiro de 2005, em Anapu, no Pará. Ela lutava pela implantação de um assentamento de trabalhadores rurais numa área de terra reivindicada por madeireiros e fazendeiros, na região oeste do estado.

(Uol)

Oficinas de artesanato são oferecidas para público LGBT

O público LGBT da região da Transamazônica e Xingu iniciaram na manhã desta quinta-feira (13) uma oficina de artesanato. A ação faz parte de um projeto que visa profissionalizar os jovens.

Sementes e massa de biscuit, esses são os principais materiais utilizados para fazer um cachorrinho. Do outro lado da mesa eram confeccionadas araras vermelhas feitas da mesma massa. Sidney Kaleb é estudante e decidiu participar dessa oficina de artesanato para garantir uma renda.

Seis jovens estiveram presentes na oficina. A ação faz parte do projeto empreendedorismo da população LGBT, mas também recebe pessoas que não fazem parte do público alvo.

As oficinas acontecem na sede do movimento negro que fica localizado na rua Primeiro de Janeiro. E quem quiser aprender um novo ofício, é só participar.

Festa literária reúne leitores e escritores em noite especial

Com um espaço cheio de artesanatos e livros por todos os lados, a II festa literária Internacional do Xingu – Flix, contou com a presença de muitas pessoas que tiraram um tempinho para conhecer o evento. Durante o dia, Cláudio de Freitas trabalha na parte de infraestrutura da feira, mas a noite foi com a esposa para conhecer mais sobre o que estava sendo exposto.

Cerca de 200 pessoas participaram da II Flix que aconteceu na noite desta quarta-feira (12). Um dos destaques foram as exposições de arte feitas pelos moradores dos bairros afastados do centro da cidade. No evento terá ainda o lançamento de livros.

A secretária de cultura do estado, Úrsula Vidal, esteve presente, e afirmou que o evento incentiva a leitura e a cultura da região da Transamazônica e Xingu. O evento terá mais três dias com programação recheada de palestras, oficinas e conferências, além de shows de artistas locais e do estado. A prefeitura municipal de Altamira é uma das parceiras da festa.

(Athaynara Farias)

Já ouviu falar nas tranças Box Braids? Tendência que precisa de cuidados

Na história, as tranças existem desde 3.500 anos antes de cristo e continuam fazendo sucesso, principalmente, nos dias atuais. Existem cerca de 10 formas diferentes de fazer tranças e os materiais se diferenciam. Mas, não é tão fácil manter o penteado. Rayane Costa decidiu colocar a trança, mas semanas depois começou a achar que algo estava estranho e procurou a profissional que fez o serviço. “Apareceu umas coisas brancas, e eram as cutículas do cabelo que estavam saindo”, conta.

O susto que a dona de casa teve com as tranças serve de exemplo para quem opta por colocar o material no cabelo. Profissionais afirmam que caso não haja um cuidado com as tranças, os fios podem quebrar e acabar com a autoestima de uma mulher. “Algodão se você usar, por exemplo, vai dar problema com certeza absoluta”, explica o cabeleireiro Gil Martins.

Existem vários tipos de tranças, entre eles está a trança nagô, e acreditem elas eram utilizadas para desenhar mapas. Trazida ao brasil pelos escravos durante o período colonial, a trança ressurgiu com força nos anos 70. A partir daí não saiu mais de moda. Todos os anos, a cada estação, o penteado revive com mais criatividade. Para quem está passando pela transição, a trança é uma ótima opção. “Eu nunca alisei meu cabelo, mas chegou um ponto que eu não me reconhecia mais, vivia com ele preso, e pensei que essa seria uma ótima forma de me sentir bem de novo”, conta Geovana Amaral.

Tipos de fibras sintéticas que podem ser inseridas nas tranças

Cada fibra sintética oferece um efeito e custo benefício diferentes, ok?! Por isso, é bacana analisar as opções abaixo e escolher aquela que melhor se encaixa nos seus objetivos. Então anota aí:

  • Jumbo: essa versão é a mais comum entre homens e mulheres. Isso porque ela é mais leve, mais fácil de encontrar e costuma ter um preço mais acessível também. O resultado é simplesmente fantástico.
  • Kanekalon: já pesa mais nos cabelos, não é tão fácil assim de encontrar e geralmente seu preço é um pouco mais caro. Entretanto, o resultado é divino e bem natural.
  • Lã: seu grande diferencial são as box braids coloridas e estilosas. Se você busca algo nessa linha, então deve apostar sem medo no modelito. Além disso, a lã é mais leve e tem seu custo mais baixo.

Como cuidar

Já está com as box braids, mas não sabe como cuidar? Atenção: são necessários alguns cuidados específicos com as tranças sintéticas para que o seu cabelo natural não seja danificado. O primeiro deles é lavar os fios uma vez na semana com shampoo, esfregando a raiz delicadamente com as pontas dos dedos no sentido trançado.

Evite usar condicionador, pois ele pode soltar as tranças e deixar o couro cabeludo ensebado/oleoso. Lembre-se também de verificar antes de dormir se o seu cabelo está 100% seco. Isso ajuda a evitar fungos e bactérias que podem aparecer. Para inibir o aparecimento de frizz, indica-se ainda o uso de turbantes e toucas na hora de dormir, protegendo as madeixas do atrito causado pelo travesseiro. (Fonte:Todecacho)

(Athaynara Farias)

Acusados de participação em mortes de policiais no Pará são presos no RJ

Uma ação conjunta de policiais do Pará e do Rio de Janeiro levou à prisão de Thiago Cardoso Martins, na noite da última terça-feira (11), um dos criminosos mais procurados no Estado. Ele é acusado de envolvimento na morte do policial militar Olênio Pinto Prado, 51 anos, em julho de 2016, no bairro do Jurunas, em Belém, e responde, ainda, por participação em organização criminosa, roubo qualificado e outros homicídios.

A prisão foi realizada pela 22ª Delegacia de Polícia Civil da Penha e 16º Batalhão de Policiamento Militar do RJ, que trocaram informações com a Polícia Civil do Pará e Secretaria de Inteligência e Análise Criminal (Siac), vinculada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), que confirmou a identidade de Thiago Cardoso. Ele utilizava uma carteira nacional de habilitação com o nome falso de Alex de Nazaré Martins.

Os dados enviados pelas autoridades paraenses permitiram a prisão em flagrante do criminoso, por uso de documento falso, associação criminosa ao tráfico e corrupção ativa, por ter oferecido R$ 50 mil para não ser preso.

Com ele também foram presos o paraense Carlos Alexandre de Oliveira Rua, o carioca Leonardo Ferreira Lemos, conhecido como ‘Gordo’, e a paraense Daniele Cristina Santos dos Santos, que também se apresentou com o nome falso de Jéssica Moura da Silva. Ela é acusada de latrocínio contra o PM Josias Santos Favacho, em Ananindeua, no ano de 2018. A ação criminosa foi registrada por câmeras de segurança e teve grande repercussão na Região Metropolitana de Belém. Daniele pilotava a motocicleta que levava o atirador.

“A polícia do Rio suspeitou do deslocamento desse grupo em um carro de placa do Pará, entre as favelas da Rochinha e do Cruzeiro. Foi então que ocorreu a abordagem e eles foram conduzidos para a delegacia, mas por terem apresentado documentos falsos, inicialmente não havia nada contra eles. Nesse momento, a Polícia Civil do Pará fez o levantamento das informações e identificou quem eram e que os documentos eram falsos. Esses criminosos já haviam sido investigados por nós, por envolvimento com outros bandidos e crimes, o que facilitou a identificação”, explicou o delegado titular do Grupamento Fluvial, Arthur Braga.

Thiaguinho, como era conhecido, estava foragido desde o dia 11 de junho de 2017 do Centro de Recuperação Penitenciário do Pará I (CRPPI), localizado no Complexo Penitenciário de Santa Isabel. No Rio, o criminoso estava morando na Vila Cruzeiro.

A Polícia Civil do Rio teve acesso a fotografias dos criminosos ostentando armas de guerra, fuzis e pistolas, e há informações que demonstram que o bando também estava atuando de maneira criminosa na cidade carioca. Há suspeitas de que planejavam um roubo a uma agência bancária.


(Agência Pará)

PF e Ibama apreendem mais de 400 peixes ameaçados de extinção

A PF e o Ibama de Altamira apreenderam nesta terça feira (12) um carregamento de peixes ornamentais ameaçados de extinção no aeroporto da cidade .

Foto: Divulgação PF

No total, 487 peixes zebra, como são conhecidos, foram encontrados. A espécie é comercializada por cerca de R$500 a unidade no mercado ilegal. A carga foi avaliada em torno de R$250 mil. Os peixes seriam destinados à Colômbia , Ásia e Europa. Os animais resgatados foram encaminhados para o centro de preservação da UFPA com supervisão do Ibama , de onde será dada a destinação sustentável cabível.

Um homem, foi preso em flagrante e deve responder por crime ambiental, com pena de detenção prevista de um a três anos e/ou multa.

Peixe Zebra

O acari-zebra (Hypancistrus zebra) é uma das espécies endêmicas que vivem na região de Volta Grande, no Rio Xingu. Criticamente ameaçado de extinção, e apreciado como peixe ornamental, sua pesca é proibida.

A espécie não existe em nenhum outro lugar do mundo. Em reportagem ao site Oeco, o biólogo e doutor em zoologia, Fábio Olmos, explica que a Hypancistrus zebra só existe nas corredeiras de Altamira.

(Mayara Freire/ Informações PF)

Assista ao vídeo: