Mulher é presa após dirigir alcoolizada e causar acidente

Uma mulher foi presa após causar um acidente no último domingo (2). Valéria Santos Silveira, de 24 anos, estava alcoolizada e bateu em um carro na avenida Alacyd Nunes, no bairro Jardim Independente.

O acidente que envolveu uma motocicleta e um carro ocorreu por volta das 20h aqui neste trecho da avenida Alacyd Nunes. O motorista do carro vinha na frente e reduziu a velocidade para passar nesta lombada. Foi quando a motociclista não percebeu e o atingiu por trás.

O motorista do carro, que é professor, ainda tentou ajudar Valéria após o acidente, mas ela se exaltou e chegou a agredir o casal que estava no veículo. A polícia militar foi chamada. A condutora da motocicleta foi autuada por embriaguez ao volante e por dirigir sem documento de identificação. Ela foi levada para a delegacia da PRF para fazer o teste do etilômetro.

Ao chegar na delegacia, Valéria estava visivelmente embriagada. Desrespeitou os agentes e os policiais, ela ainda tentou sair da delegacia. Foi então dado voz de prisão a ela por desacato.

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Jovem é assassinado no bairro Bonanza em Altamira

Um jovem foi assassinado no bairro Bonanza, próximo a um dos acessos ao município de Altamira. A vítima tinha apenas 20 anos de idade. Adayton Rego Lopes foi morto com 4 tiros.

A polícia militar foi acionada para verificar por volta das 19h. Adayton era conhecido como ‘loirinho’. Segundo informações de moradores, dois homens chegaram em uma moto, efetuaram os disparos e em seguida fugiram.

A PM no local e isolou a área para preservar a cena do crime, para que os peritos do Instituto Médico Legal Renato Chaves pudessem realizar a verificação da cena. Segundo o comandante Major De Carvalho, a forma violenta como a vítima foi morta apresenta características de execução. O jovem não tinha passagens pela polícia.

O comandante do 16º Batalhão reforça que qualquer denúncia com suspeitas de crime pode ser feita discando o 190 e que a PM estará pronta para atender ao chamado.

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Após colidir com um poste jovem morre em acidente de trânsito

Por volta das 10h de domingo (02), Gilbert Santos bateu em alta velocidade em um poste, na avenida Irmã Clores Mendes Oliveira, próximo ao Reassentamento Urbano Coletivo São Joaquim.

O acidente ocorreu no trecho próximo ao anel viário. O jovem provavelmente perdeu o controle e colidiu com o poste. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Gilbert tinha 22 anos e deixa mulher e um filho bebê. Segundo testemunhas o rapaz usava capacete, mas não foi possível saber se estava afivelado ou se com o impacto o equipamento rachou.

No último dia 28 de maio, Anderson da Silva Sousa de 19 anos morreu após se desequilibrar e cair da moto na entrada do reassentamento jatobá. O capacete não estaria fixado corretamente o que de acordo com a perícia contribuiu para a morte. A mesma situação foi registrada no caso do mecânico, Marcos Paulo de 25 anos, que ao passar por uma lombada em frente ao batalhão da Polícia Militar se desequilibrou e bateu forte a cabeça, o motociclista usava capacete, mas não havia afivelado o equipamento.

O departamento municipal de trânsito alerta da importância de usar o equipamento da forma correta para segurança do condutor.

(Ibis Felipe Lins)

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Acidente entre carro e moto deixa um ferido

O acidente foi na manhã desta segunda-feira (03). Segundo informações de testemunhas, o condutor da motocicleta que não foi identificado estaria na contramão da travessa coronel gaioso, enquanto a motorista do carro de passeio estava na mão certa, na mesma via. Populares informaram que ouviram uma batida forte entre os veículos que colidiram de frente.

O corpo de bombeiros esteve no local para dar os primeiros atendimentos ao jovem, ele ficou com escoriações no pé direito e foi encaminhado para a unidade de pronto atendimento. A mulher que dirigia o carro ficou no local, aguardou o atendimento dos bombeiros e acompanhou o homem até a Unidade de Pronto Atendimento – upa.

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Prazo de cadastramento biométrico encerra em Altamira

Foram 127 dias de trabalho com equipes que trabalharam durante os dias da semana, finais de semana, em ações nos bairros mais afastados e na sede do cartório eleitoral em Altamira. Apesar dos esforços apenas 80% da população compareceu ao local para realizar o cadastro biométrico.

A prefeitura fez uma parceria com o tribunal regional eleitoral. Foram disponibilizados 15, dos seus servidores, para auxiliar durante todo processo de biometria realizado no município. Mais de 37 mil eleitores de Altamira deveriam comparecer ao cartório eleitoral para realizar o recadastramento biométrico, porém, faltaram mais de dez mil pessoas.

Quem não pôde comparecer e acabou perdendo este prazo terá o título cancelado e não poderá participar de concursos, entre outras ações públicas.

(Athaynara Farias)

Corpo de adolescente é encontrado em estrada da zona rural de Altamira

O corpo de Eduarda Galvão foi encontrado próximo a um loteamento na estrada da Serrinha, zona rural do município, nesta segunda-feira (03). Os indícios apontam que o local foi utilizado apenas para abandonar a vítima.

Segundo informações do IML, havia várias perfurações de faca no corpo da vítima. A adolescente foi identificada por parentes através de uma tatuagem no ombro.

Populares que acionaram a polícia militar durante a manhã. Parentes confirmaram que Eduarda estava em Uruará e havia acabado de chegar em Altamira. Um homem que mora próximo ao local informou que tem medo de passar pelo trecho onde o corpo foi encontrado devido à falta de iluminação e pouco movimento na rua.

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21 policiais militares foram mortos no Pará este ano

Este ano, 21 policiais militares e um guarda municipal foram vítimas de latrocínio e/ou execução, no Pará. Todos os casos estão com os acusados de autoria presos, mortos em confronto com a polícia ou identificados, com mandado de prisão decretado.

O Sistema Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (DIEDS), vem atuando de maneira integrada na elucidação de crimes, em especial os cometidos contra agentes de segurança pública.

A Segup tem intensificado as ações dos setores de inteligência, além da implementação de medidas para evitar os crimes. “Todos os casos que ocorreram nós demos a pronta resposta. Mas agora estamos trabalhando para que crimes, especialmente contra aqueles que são responsáveis por garantir a segurança da população, não ocorram. Informo à tropa que o Estado é maior do que qualquer criminoso. Que a identificação e prisão daqueles que cometem algum crime contra um policial militar ou qualquer outro agente de segurança pública sirva de exemplo”, ressaltou o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado.

Prevenção

O Governo do Pará também trabalha para a implementar medidas que visem à proteção e à valorização dos agentes de segurança pública. Um exemplo é o aplicativo “SOS PM”, criado para funcionar como um “botão do pânico”, em que uma notificação é enviada a todos os usuários cadastrados no sistema e no Centro Integrado de Operações (Ciop). Estão sendo adotadas, ainda, medidas como curso de autodefesa e operações de rondas em residências policiais que foram ou se sentem ameaçados.

Também há o planejamento para a linha de crédito específica para a categoria, com juros mais atrativos, pelo Banco do Estado do Pará (Banpará). A proposta está sendo formulada para que agentes de segurança possam adquirir imóveis já prontos, além da elaboração do projeto para a construção de conjuntos habitacionais em áreas já identificadas, nos municípios de Ananindeua (Região Metropolitana de Belém), Marabá (sudeste) e Santarém (oeste).

Outra iniciativa é a ampliação dos cursos de autodefesa para policiais militares – recurso que pode ser usado especialmente quando estiverem de folga -, oferecido pelo Instituto de Ensino de Segurança Pública (Iesp).

A gestão estadual trabalha em 2019 com o orçamento aprovado em 2018, obedecendo à Lei de Responsabilidade Fiscal, o que impossibilita qualquer aumento salarial. A valorização da remuneração dos agentes deverá ocorrer no segundo semestre, após o período de crescimento da arrecadação fiscal.

( Assessoria /Aline Saavedra)

Roubo de carros cai 53% no Pará de janeiro a maio de 2019

Carro se tornou uma necessidade, e muitos optam pela aquisição não somente pela comodidade, mas principalmente pela facilidade de locomoção. De acordo com dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), é previsto um crescimento de 10,1%, em relação a 2018, na comercialização de automóveis. Com mais carros circulando pelas vias, aumenta também a possibilidade de furtos e roubos, muitas vezes cometidos por quadrilhas especializadas.

No Pará, este tipo de crime vem sendo combatido por ações policiais integradas. Os registros de roubos de veículos apontam a redução de 53%, ao comparar o período de janeiro a 20 de maio, dos anos de 2018 e 2019. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

Leudah Gallo teve seu carro roubado na porta do prédio onde reside, quando foi abordada por dois homens. Eles levaram o carro, recuperado três dias após o acontecimento, próximo de onde a vítima mora. Mesmo tendo feito o boletim de ocorrência, a bancária confessou que não tinha muitas expectativas de reaver o veículo, até receber o contato da polícia. “Eu estava desacreditada. Estava recém-chegada em Belém, mas fiquei muito satisfeita de ter o meu carro de volta”, disse a bancária.

O impacto da redução nos casos de roubos de veículos se reflete em outros crimes, como tráfico de drogas e armas. “A partir do momento em que você inibe os crimes de furtos e roubos de veículos automotores, além de contribuirmos com a manutenção da ordem pública e a paz social, também evitamos com que esses veículos venham a ser vendidos para outros países, a exemplo de Suriname, Paraguai, Uruguai e Bolívia, para serem trocados por substâncias entorpecentes e armas de fogo”, declarou o delegado Washington Santos de Oliveira, diretor da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DRFVA).

A partir de janeiro de 2018, a delegacia especializada passou a atuar com base no modelo de repressão qualificada, cujo método consiste em desarticular as associações e organizações criminosas.

Fortalecimento – Com a Operação Polícia Mais Forte, 70 viaturas antes utilizadas apenas em serviço administrativo, foram realocadas para atividade operacional, justamente no horário em que há maior incidência de criminalidade, aumentando o efetivo em mais de 50% na Região Metropolitana de Belém, além do acréscimo de aproximadamente 180 policiais militares, com o pagamento de jornada extraordinária.

A medida visa fortalecer as ações de segurança preventivas na capital e demais regiões do Pará.

(Assessoria/Aline Saavedra)

Morador denuncia problemas em imóvel no RUC Água Azul

José Adriano Silva é operador de máquinas. Ele é morador da rua Humaitá, no Reassentamento Urbano Coletivo Água Azul e denuncia a atual situação do seu imóvel. Ele conta que tem mais de um ano que os problemas começaram a aparecer.

As lajotas soltaram do chão, mas este não é o único problema denunciado pelo morador. Um outro está relacionado com a eletricidade. Nenhuma das tomadas funcionam e o interruptor também apresenta defeito. “a gente já foi atrás da norte e ele vieram fizeram a vistoria mas até agora nada foi feito”, explica José Adriano.

Por conta das falhas apresentadas nos locais que deveriam gerar energia, o morador precisou fazer alguns investimentos. Rachaduras e infiltrações também começaram a aparecer no imóvel.

O morador conta que nas proximidades algumas casas já foram contempladas com as reformas. Porém, o operário aguarda ansiosamente para ter os problemas sanados. Enquanto isso, resta a preocupação que a estrutura da casa não aguente. “A gente não dorme tranquilo, temos medo”, conclui.

Em nota, a Norte Energia informou que já realizou atendimento social e avaliação técnica do caso em questão e que o imóvel já consta como agendado no cronograma de reparos para o Reassentamento Urbano Coletivo (RUC) Água Azul.

A empresa reforça que, para mais informações, se coloca à disposição da população por meio da Central de Atendimento Belo Monte Aqui (ligação gratuita para 0800 091 2810), disponível 24 horas durante os sete dias da semana, ou atendimento presencial nos Plantões Sociais dos RUCs Jatobá e Laranjeiras.

MPF promove discussão sobre impactos do barramento hídrico da usina de Belo Monte

O Ministério Público Federal (MPF) promoveu na última quinta e sexta-feira (30) o seminário técnico “Hidrograma de Consenso da Usina Hidrelétrica de Belo Monte”. O evento reúne representantes do governo, da empresa Norte Energia, indígenas da etnia Juruna (Yudjá) e especialistas da área ambiental para discutir os impactos socioambientais causados pelo barramento e consequente diminuição do fluxo hídrico do rio Xingu, na região conhecida como Volta Grande do Xingu. O seminário acontece na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília.

O objetivo do evento é estabelecer um diálogo e avaliar de forma conjunta os possíveis cenários após a implementação do chamado “Hidrograma de Consenso”, concebido como uma proposta destinada a conciliar a geração de energia, a quantidade de água indispensável para as funções ecológicas da região e a manutenção das condições de navegabilidade do rio. O período de teste do hidrograma, com duração de seis anos, será iniciado após a operação da hidrelétrica em sua capacidade máxima, prevista para o final de 2019.

No Trecho de Vazão Reduzida (TVR), que abrange 100 km do rio Xingu, inédito dentre as hidrelétricas brasileira pela grande extensão, será diretamente afetado pela restrição hídrica. Nele residem indígenas Juruna e Arara, que têm no rio Xingu a base de sua subsistência, sobrevivendo, basicamente, da pesca. De acordo com eles, a diminuição da vazão de água após a instalação da barragem tem prejudicado o ecossistema da região e seu modo de vida, principalmente em relação à pesca e à navegabilidade do rio na margem esquerda. Desde 2013, os Juruna realizam monitoramento independente da região e apontam problemas, incluindo a morte de peixes em decorrência da diminuição da vazão do rio. Eles temem que a situação se agrave com a implementação do hidrograma.

Diálogo e busca por soluções – Na abertura do evento, o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, salientou a importância de buscar soluções, visando tanto o desenvolvimento econômico do país, quanto o bem-estar dos povos tradicionais em questão. “É importante que saibamos quantas vidas escoam pelo rio e quantas vidas o Xingu alimenta e mantém. A discussão técnica permitirá iluminar a questão, de modo que possamos observar a realidade como ela é e aplicar o direito de forma justa para todos”, ponderou.

O coordenador da Câmara de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF (6CCR), Antonio Carlos Bigonha, reforçou o caráter dialógico do encontro, bem como a necessidade de estabelecer como premissa a preservação do meio ambiente e do modo de vida dos povos tradicionais da floresta. “É indispensável que se lance um olhar sobre o componente socioambiental. O diálogo de hoje deve servir para encontrar um caminho de consenso entre dois pontos hoje conflitantes: a empresa e os indígenas afetados pelo empreendimento”, defendeu.

Já o coordenador em exercício da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, subprocurador-geral da República Nicolao Dino, apontou o caráter preventivo do seminário, remetendo à importância de se considerar, com base em discussão técnica, a funcionalidade e a efetividade do hidrograma. “Buscamos aqui esclarecer o panorama e definir um ponto de equilíbrio ideal para que a vazão do rio não implique a perda de vidas ou gere impactos irreversíveis ao meio ambiente”, destacou.

A procuradora da República Thais Santi, lotada na Procuradoria da República em Altamira (PA), defendeu uma análise científica da situação, a fim de possibilitar um retrato mais fidedigno das condições a que será submetido o ecossistema. “Queremos entender o que está acontecendo com o rio Xingu. Somente com as constatações técnicas de pessoas que conhecem o rio poderemos avaliar se o sacrifício é ou não suportável”, ponderou. Tramita na PRM/Altamira inquérito civil destinado a acompanhar o monitoramento das transformações em curso na Volta Grande do Xingu decorrentes da modificação da vazão do rio Xingu para geração de energia pela UHE Belo Monte.

Representantes do Instituto do Meio Ambiente (Ibama) e da Agência Nacional de Águas (ANA) também estiveram presentes no encontro. O seminário produziu importantes subsídios para avaliar a sustentabilidade socioambiental da vazão estabelecida pelo denominado “Hidrograma de Consenso”, que foi debatido.

(Assessoria)